Numero 342

 

 

 

Image

Noticias internacionais, nacionais e comentários sobre a história mais ou menos recente do Brasil constituem os artigos principais de hoje.

Na segunda parte, muitas indicações de textos preciosos para o entendimento de nossa realidade atual.

Aproveitem!

 

ARTIGOS COMPLETOS

Colaboração de Guilherme Souto

Rússia alerta Ocidente sobre Síria após ameaça de Obama

Por Dominic Evans

BEIRUTE, 21 Ago (Reuters) – A Rússia alertou o Ocidente nesta terça-feira contra uma ação unilateral na Síria, um dia depois de o presidente dos EUA, Barack Obama, ter ameaçado com “consequências enormes” se o governo sírio utilizar armas químicas ou biológicas ou mesmo deslocá-las de maneira ameaçadora.

O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, falando após se reunir com o principal diplomata da China, disse que Moscou e Pequim estavam comprometidos com “a necessidade de respeitar estritamente as normas do direito internacional… e não permitir a sua violação”.

O vice-primeiro-ministro da Síria, Qadri Jamil, falando também em Moscou, considerou a ameaça de Obama apenas combustível para mídia.

“Intervenção militar direta na Síria é impossível, porque quem pensa sobre isso… está caminhando para um confronto mais amplo do que as fronteiras da Síria”, disse ele em entrevista coletiva.

Jamil afirmou que o Ocidente estava buscando uma desculpa para intervir, comparando o foco em armas químicas da Síria com a preparação para a invasão do Iraque em 2003 por forças lideradas pelos EUA sobre o que se provaram ser suspeitas infundadas de que Saddam Hussein estava escondendo armas de destruição em massa.

Rússia e China vêm se opondo à intervenção militar na Síria durante a revolta de 17 meses de duração contra o presidente Bashar al-Assad. Os dois países vetaram três resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas apoiadas por países ocidentais e árabes que teriam colocado mais pressão sobre Damasco para acabar com a violência, que já custou 18.000 vidas.

Em uma das mais recentes zonas de batalha, tropas sírias e tanques invadiram o subúrbio de Damasco Mouadamiya, nesta terça-feira, matando pelo menos 20 homens jovens e queimando lojas e casas antes de recuarem, relataram moradores e ativistas da oposição.

 Restrições impostas à mídia independente pelo Estado tornam impossível verificar os relatos de violência, que seguiram outro dia sangrento na segunda-feira, quando cerca de 200 pessoas foram mortas em todo o país, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Os Estados Unidos e seus aliados têm mostrado pouco apetite por uma intervenção para deter o derramamento de sangue na Síria no mesmo tipo de campanha da Otan no ano passado que ajudou a derrubar Muammar Gaddafi na Líbia.

Mas Obama usou sua linguagem mais forte até agora, na segunda-feira, para avisar Assad para não usar armas não convencionais.

“Temos sido muito claros com o regime de Assad, mas também com os outros combatentes no terreno, que o limite para nós é (se) começarmos a ver um monte de armas químicas se deslocando ou sendo utilizadas”, disse ele. “Isso mudaria o meu cálculo.”

“Não podemos ter uma situação em que armas químicas ou biológicas estão caindo nas mãos de pessoas erradas”, afirmou Obama, talvez referindo-se ao grupo xiita libanês Hezbollah, um aliado de Assad apoiado pelo Irã, ou a militantes islâmicos.

fonte: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-alerta-da-russia-sobre-a-siria

 

Pense no Haiti, reze pelo Haiti

por Mino Carta

Em São Paulo, tempos ásperos. Leio: uma residência particular é assaltada a cada hora, o roubo de carros multiplica-se nos estacionamentos dos shopping centers. Entre parênteses, recantos deslumbrantes, alguns são os mais imponentes e ricos do mundo. Que se curva. Um jornalão, na prática samaritana do serviço aos leitores, fornece um receituário destinado a abrandar o risco. Reforce as fechaduras, instale um sistema de alarme etc. etc.
Em vão esperemos por algo mais, a reflexão séria de algum órgão midiático, ou de um solitário editorialista, colunista, articulista, a respeito das enésimas provas da inexorável progressão da criminalidade. Diga-se que uma análise honesta não exige esforço desumano, muito pelo contrário.

Enquanto as metrópoles nacionais figuram entre as mais violentas do mundo, acima de 50 mil brasileiros são assassinados anualmente, e um relatório divulgado esta semana pelas Nações Unidas coloca o Brasil em quarto lugar na classificação dos mais desiguais da América Latina, precedido por Guatemala, Honduras e Colômbia. O documento informa que 28% da população brasileira mora em favelas, sem contar quem vive nos inúmeros grotões do País.

Vale acrescentar que mais de 60% do nosso território não é alcançado pelo saneamento básico. Ou sublinhar a precariedade da saúde pública e do nosso ensino em geral. Dispomos de uma cornucópia maligna de dados terrificantes. Em contrapartida, capitais brasileiros refugiados em paraísos fiscais somam uma extravasante importância que coloca os graúdos nativos em quarto lugar entre os maiores evasores globais.

É do conhecimento até do mundo mineral que o desequilíbrio social é o maior problema do País. Dele decorrem os demais. Entrave fatal para o exercício de um capitalismo razoavelmente saudável. E evitemos tocar na tecla do desenvolvimento democrático. Mas quantos não se conformam? Não serão, decerto, os ricos em bilhões, e a turma dos aspirantes, cada vez mais ostensivos na exibição de seu poder de compra e de seu mau gosto. Não serão os profissionais da política, sempre que não soe a hora da retórica. Não será a mídia, concentrada no ataque a tudo que se faça em odor de PT, ou em nome da igualdade e da justiça.

Nada de espantos, o Brasil ainda vive a dicotomia casa-grande–senzala. CartaCapital e especificamente o acima assinado queixam-se com frequência do silêncio da mídia diante de situações escusas, de denúncias bem fundamentadas, de provas irrefutáveis de mazelas sem conta. Penso no assunto, para chegar à conclusão de que há algo pior. Bem pior. Trata-se da insensibilidade diante da desgraça, da miséria, do atraso. Da traição cometida contra o País que alguns canalhas chamam de pátria.

Exemplo recentíssimo. Há quem lamente os resultados relativamente medíocres dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de Londres. Parece-me, porém, que ninguém se perguntou por que um povo tão miscigenado, a contar nas competições esportivas inclusive com a potência e a flexibilidade da fibra longa da raça negra, não consegue os mesmos resultados alcançados em primeiro lugar pelos Estados Unidos. Ou pela Jamaica. Responder a este por que é tão simples quanto a tudo o mais. O Brasil não é o que merece ser, e está muito longe de ser, por causa de tanto descaso, de tanto egoísmo, de tanta ferocidade. De tanta incompetência dos senhores da casa-grande. Carregamos a infelicidade da maioria como a bola de ferro atada aos pés do convicto.

Mesmo o remediado não se incomoda se um mercado persa se estabelece em cada esquina. Basta erguer os vidros do carro e travar as portas. Outros nem precisam disso, sua carruagem relampejante é blindada. Ou dispõem de helicóptero. Impávidos, levantam seus prédios como torres de castelos medievais e das alturas contemplam impassíveis os casebres dos servos da gleba espalhados abaixo. A dita classe média acostumou-se com os panoramas da miséria, com a inestimável contribuição da mídia e das suas invenções, omissões, mentiras. E silêncios.

Às vezes me ocorre a possibilidade, condescendente, de que a insensibilidade seja o fruto carnudo da burrice.

(Transcrito do blog DoLaDoDeLa)

 

Getúlio e a Nação dos brasileiros

Todos os golpes que se fizeram no Brasil, entre eles a tentativa que levou o presidente Getúlio Vargas ao suicídio, foram antinacionais, como antinacional foi o governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, que se identificou como o do “fim da era Vargas”.

Mauro Santayana (WWW.cartamaior.com.br)

A República – podemos deduzir hoje – não rompeu a ordem social anterior; deu-lhe apenas outra aparência. Seu avanço se fez na autonomia dos Estados, contida pelos constituintes de 1891, que temiam a secessão de algumas regiões, entre elas a do Sul do país, de forte imigração européia. A aliança tácita entre as oligarquias rurais e a incipiente burguesia urbana se realizava na interdependência entre os produtores de açúcar e de café e os comerciantes exportadores e importadores. Nas duas grandes corporações econômicas não havia espaço para os trabalhadores que, negros recém-alforriados ou brancos aparentemente livres, continuavam os escravizados de sempre. Não interessava, portanto, que houvesse um estado nacional autêntico, ou seja com a universalização dos direitos políticos.

Os parlamentos serviam para o exercício intelectual dos bacharéis ilustrados, vindos das fazendas, mas com leituras dos clássicos do pensamento político em moda, como Guizot e Thiers, Acton e Burton, Cleveland, Jefferson e Lincoln. Eram, em sua maioria, fiéis defensores do imobilismo que favorecia o seu bem-estar e o domínio político das famílias a que pertenciam.

A Revolução de 30 correspondeu, assim, a uma nova proclamação da República. Ao romper o acordo tácito entre as oligarquias, provocou a reação de São Paulo, a que se aliaram alguns conservadores mineiros.

Isso não esmoreceu Getúlio e seus colaboradores mais próximos, como Oswaldo Aranha e Alberto Pasqualini, empenhados em ações revolucionárias que conduziriam à construção do verdadeiro estado nacional. Getúlio acreditava que sem cidadãos não há nação. Por isso empenhou-se em integrar os trabalhadores na sociedade brasileira, reconhecendo-lhes alguns direitos já concedidos nos países industrializados europeus e convocando-os, mediante sua liderança e o uso dos instrumentos de propaganda da época, a participar da vida política, com a sindicalização e as manifestações populares.

Os estados necessitam de instituições bem estruturadas, e Getúlio, dentro das limitações do tempo, as criou. O serviço público era uma balbúrdia. Todos os funcionários eram nomeados por indicação política. Getúlio negociou com as circunstâncias, ao criar o DASP e instituir, ao mesmo tempo, o concurso público e as carreiras funcionais, mas deixando alguns cargos, “isolados e de provimento efetivo”, para atender às pressões políticas. Novos ministérios foram criados, a previdência social se institucionalizou, de forma bem alicerçada, e o Presidente pensou grande, nos movimentos que conduziriam a um projeto nacional de independência econômica e soberania política.

Homem vindo do Sul, conhecedor dos problemas da fronteira e dos entreveros com os castelhanos ao longo de nossa história comum, Getúlio tinha, bem nítidos em seus apontamentos pessoais, os sentimentos de pátria. Daí o seu nacionalismo sem xenofobia, uma vez que não só aceitava os estrangeiros entre nós, como estimulava a imigração, ainda que mantivesse restrições com relação a algumas etnias, como era do espírito do tempo.

Vargas sabia que certos setores da economia, ligados ao interesse estratégico nacional, tinham que estar sob rígido controle do Estado, como os de infraestrutura dos transportes, da energia e dos recursos minerais. Daí o Código de Minas, de 1934, e a limitação dos juros, mediante a Lei da Usura, do ano anterior. A preocupação maior foi com o povo brasileiro.

Getúlio conhecia, e respeitava, a superioridade dos argentinos na política nacional de educação. Ele, vizinho do Uruguai e da Argentina, sabia que a colonização portuguesa nisso fora inferior à da Espanha, que não tolhera as iniciativas dos criollos (como eram chamados os nascidos na América) em criar centros de ensino.

A Argentina, ainda em 1622, já contava com a Universidade de Córdoba. Só dois séculos depois (em 1827, com a Independência) surgiriam os primeiros cursos de Direito em São Paulo e em Pernambuco. No Brasil, apenas os senhores de engenho do Nordeste e os mineradores e comerciantes ricos de Minas enviavam seus filhos à Universidade de Coimbra ou aos centros universitários de Paris e Montpellier, na França.

Um dos primeiros atos do Governo Provisório foi criar o Ministério da Educação e Saúde: na visão ampla de Getúlio, as duas categorias se integram. Sem educação, não há saúde, e sem saúde, educar fica muito mais difícil. Essa visão social, que ele demonstrara na campanha da Aliança Liberal, nos meses anteriores à Revolução, estava submetida ao seu sentimento patriótico, à sua idéia de Nação.

Todos os golpes que se fizeram no Brasil, entre eles a tentativa que o levou ao suicídio, foram antinacionais, como antinacional foi o governo neoliberal de Fernando Henrique, que se identificou como o do “fim da era Vargas”. Por tudo isso, passados estes nossos tristes anos, o governo dos tucanos paulistas e acadêmicos da PUC do Rio de Janeiro estará esquecido pela História, enquanto a personalidade de Vargas só crescerá – porque o seu nome se associa ao da pátria, esse sentimento meio esquecido hoje. E as pátrias têm a vocação da eternidade.

 

Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.

 

VALE A PENA LER

A Ação Popular na história do catolicismo

 

REGINALDO BENEDITO DIAS

 

 Brasil viveu, no início da década de 1960, um processo de renovação da esquerda, marcado pela fundação de organizações que se contrapunham à linha política do PCB. Entre essas novas organizações, a Ação Popular teve a origem mais singular. Enquanto o PC do B e a POLOP filiavam-se à herança marxista, a gênese da Ação Popular é relativamente heterodoxa. Fundada em 1963 como movimento político dotado de uma ideologia própria, a Ação Popular contou, em sua origem, com forte impulso de jovens egressos dos movimentos leigos católicos. Depois do golpe militar de 1964, entretanto, a AP caracterizou-se por buscar filiação na tradição marxista-leninista… LEIA NA ÍNTEGRA: http://espacoacademico.wordpress.com/2012/08/25/a-acao-popular-na-historia-do-catolicismo/

 

O convite chegou tarde, mas fica o registro do lançamento dos novos livros da Alameda:

Image

Leia no WWW.outrapalavras.net

 

Inglaterra e EUA querem vencer Assange pelo cansaço”
Para Noam Chomsky, chances de julgamento justo nos EUA são “virtualmente zero”; e invasão da embaixada do Equador em Londres não deve ser descartada

 

Embusca de soluções que produzam Cidades para Pessoas
Num projeto jornalístico financiado por crowdfunding, Natália Garcia volta a viajar o mundo, para encontrar caminhos que transformem a vida urbana. Por Gabriela Leite

Por uma sinalização que não enxergue apenas carros
Em diversas partes do mundo, comunicação visual urbana já oferece informações e apoio para pedestres e ciclistas. Por Natália Garcia

 

Palestina pedirá admissão na ONU novamente
Dessa vez, país reivindicará condição de “Estado observador” na Assembleia Geral — onde não há países com direito a veto. Direita israelense já reage e lança ameaças. Por Mya Guarnieri, na Envolverde/IPS

Transformações da era Chávez colocaram Venezuela no mapa do mundo
Pode-se gostar ou não do presidente que tenta reeleição em outubro. Mas vale conhecer mudanças que ele liderou e o porquê de sua repercussão internacional. Por Breno AltmanJonatas Campos e Marina Terra, no Opera Mundi

Repensar” a Educação ou transformá-la?
Como são aborrecidos os estudos que falam eternamente em “reformas” e “desempenho” — mas não se dão conta de que o modelo iluminista está superado, e já há formas reais de ultrapassá-lo. Por Alexandre Sayad, no Portal Aprendiz

 

Como os Estados Unidos perderam o rumo

 

Ao investigar impotência de Obama diante de WallStreet e guinada ultraconservadora dos republicanos, Paul Krugman dispara: país entrou em crise com a democracia

 

China: último motor da economia mundial declinará?
Primeiro-ministro tenta reanimar exportadores, mas números continuam sugerindo que país sofre efeitos da retração no Ocidente. Congresso do PC encontrará saídas? Por Antonio Martins

Europa: ataque a direitos continua a aprofundar a crise
Grécia avisa que será incapaz de cumprir metas fixadas pela “troika”. Portugal pode ser forçado a pedir novo “resgate”. Hipótese de Noam Chomsky sobre sentido da recessão parece ter base real (A.M.)

 

Quem é quem no comércio mundial de armas
Estados Unidos já abocanham 78% das exportações mundiais – e são cada vez mais influenciados por seu próprio “complexo industrial-militar”. Por isso, mídia norte-americana prefere falar de Beijing… (A.M.)

Participação social, a Copa, a cidade: como ficamos?
A prefeitura de Belo Horizonte pretende “desconcentrar” a cidade, através da permissão de verticalização em outras áreas, criando opções de comércio e serviços. Em tese, a criação ou reforço de novas centralidades é alternativa recomendável. No entanto, a população teme que as alterações propostas sirvam, mais uma vez, à especulação imobiliária e consequente adensamento dessas regiões, intensificando os problemas de tráfego e a demanda por serviços públicos, hoje insuficientes. O artigo é de Jurema Rugani.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20771&boletim_id=1345&componente_id=22223

ImageUma inscrição maia tem sido interpretada como um aviso de que o mundo acabaria no dia 21 de dezembro deste ano. No entanto, um exame objetivo do complexo sistema de calendários elaborados por essa civilização mostra que essa interpretação catastrófica, amplamente disseminada pela mídia, é equivocada. O artigo de capa da CH 295 busca selar essa polêmica e elucidar os propósitos dos calendários para esse povo que surgiu na América Central há cerca de 4 mil anos. Falando em assunto controverso, esta edição marca a estreia da seção ‘Polêmica’, em que dois especialistas apresentam diferentes pontos de vista sobre a internação involuntária de dependentes químicos.

 

 

 

Por que as autoridades suecas recusam-se a interrogar Assange em Londres?

 

Leia em http://maureliomello.blogspot.ca/2012/08/por-que-as-autoridades-suecas-recusam.html

Image

ENTREVISTA CAFÉ HISTÓRIA: ANGELA BETTENCOURT (BIBLIOTECA NACIONAL)

Conversamos com Angela Bettencourt, uma das principais responsáveis pelos projetos de digitalização dos acervos da Biblioteca Nacional. Confira as etapas deste incrível processo e os planos da Biblioteca Nacional na área. [Leia mais]

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: PERNAMBUCO VAI RECEBER ACERVO DA FINAL DE 1958

O Estado vai receber o acervo histórico do estádio Rasunda, palco da final da Copa do Mundo de 1958, realizada em Estocolmo, na Suécia [Leia mais]

MURAL DO HISTORIADOR: PARTIDO NAZISTA NO BRASIL | HISTÓRIA POLÍTICA

Duas ótimas notícias: A historiadora Ana Maria Dietrich lança o seu livro “Nazismo Tropical? – Partido Nazista no Brasil” em Santo André. E no Rio de Janeiro, a VII Semana de História Política da UERJ teve suas inscrições prorrogadas. [Saiba mais]

DOCUMENTO HISTÓRICO:  DECLARAÇÃO DE INDEPENDÊNCIA DOS EUA

Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. Documento original de 4 de Julho de 1776. [Saiba mais]

FÓRUM EM DESTAQUE: EXPANSÃO ISLÂMICA E FEUDALISMO

A Expansão Islâmica contribuiu com a formação do feudalismo na Europa Ocidental? [Leia mais]

VÍDEOS EM DESTAQUE: MÉDICI VISITA OS ESTADOS UNIDOS EM 1971

Vídeo raro do Arquivo Nacional mostra visita realizada pelo então presidente da República, Emílio Garrastazu Médici, aos Estados Unidos (EUA), em 1971. [Assista aqui]

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: ALEMÃES ENCONTRAM BOMBA DA II GUERRA

Bomba foi localizada em área em construção. Detonador continua ativo, segundo bombeiros. [Leia mais]

CINE HISTÓRIA: CORAÇÕES SUJOS

O tratado de rendição assinado pelo imperador japonês Hirohito ao general americano Douglas MacArthur marcou o fim da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, no Brasil o anúncio não marcou o fim do período de violência. Os imigrantes japoneses que viviam no interior do estado de São Paulo, formando a maior colônia do país fora do Japão, se dividiram em dois grupos.  “Corações Sujos”, dirigido por Vicente Amorin (“Um Homem Bom”, 2008)), e baseado no livro homônimo do jornalista Fernando Morais, conta esta história, praticamente desconhecida dos brasileiros. [Leia mais]

MURAL DO HISTORIADOR: HISTÓRIA COLONIAL E ARQUIVO NACIONAL

Acontece entre os dias 3 e 9 de setembro de 2012, o IV Encontro Internacional de História Colonial tem por objetivo o aprofundamento das reflexões historiográficas a respeito da história da América Portuguesa e das Américas. E confira também: O Globonews Especial que foi ao ar ontem, explorou documentos textuais e iconográficos relacionados ao Sistema Nacional de Informações e Contrainformação – SISNI, à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e ao Estado Maior das Forças Armadas – EMFA. O programa pode ser visto na web.. [Saiba mais]

DOCUMENTO HISTÓRICO: CONSTITUIÇÃO DE 1932

A Constituição Brasileira de 1934, promulgada em 16 de julho pela Assembleia Nacional Constituinte, foi redigida “para organizar um regime democrático, que assegure à Nação, a unidade, a liberdade, a justiça e o bem-estar social e econômico”, segundo o próprio preâmbulo [Saiba mais]

CONTEÚDO DA SEMANA: HISTÓRIA ANTIGA E MEDIEVAL

Acesse e participe das discussões do Grupo de Estudo dedicado aos temas de História Antiga e Medieval. [Leia mais]

FÓRUM EM DESTAQUE: COMÉRCIO ILEGAL NO BRASIL COLÔNIA

Qual era o real tamanho do comércio ilegal durante o Brasil Colônia? [Leia mais]

Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

Anúncios

Sobre boletimdehistoriaricardo

Este Boletim é voltado, principal mas não exclusivamente, para historiadores e estudantes. Seu propósito é fornecer informações, notícias, links. Contribuições são bem-vindas. As opiniões exaradas em artigos assinados não são, necessariamente, as do editor. Mas o espaço é plural.
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Uma resposta a Numero 342

  1. gold price diz:

    Isso não esmoreceu Getúlio e seus colaboradores mais próximos, como Oswaldo Aranha e Alberto Pasqualini, empenhados em ações revolucionárias que conduziriam à construção do verdadeiro estado nacional. Getúlio acreditava que sem cidadãos não há nação. Por isso empenhou-se em integrar os trabalhadores na sociedade brasileira, reconhecendo-lhes alguns direitos já concedidos nos países industrializados europeus e convocando-os, mediante sua liderança e o uso dos instrumentos de propaganda da época, a participar da vida política, com a sindicalização e as manifestações populares.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s