Numero 333

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Como não podia deixar de ser, os principais artigos de hoje referem-se ao Paraguai, com a destituição do presidente Lugo. São três artigos na primeira parte e alguns links na segunda parte.

Normalidade democrática? Golpe? Os artigos dão o que pensar.

Leiam e comentem.

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ARTIGOS COMPLETOS

Paraguai: o golpe e o dedo de Washington

 

Por que destituição do presidente Lugo é inconstitucional. Como reage América do Sul. Quais os sinais de envolvimento dos EUA

Por Mark Weisbrot | Tradução: Antonio Martins


Atualização: 

No final da tarde desta sexta, o Senado do Paraguai, dominado por partidos conservadores, decretou o afastamento do presidente eleito, Fernando Lugo. Mas o futuro do país é incerto. No plano interno, é provável que haja resistência ao ato, visto por boa parte da sociedade como um golpe. Uma multidão permanece diante do Legislativo, e passou a pedir a dissolução do próprio Congresso, por considerá-lo ilegítimo.

Na cena internacional, a União das Nações Sul-Americanas também acaba de emitir em que frisa “sua total solidariedade ao povo paraguaio e o respaldo ao Presidente constitucional Fernando Lugo.”

Em meio aos acontecimentos, um aspecto permanece incerto: o papel dos Estados Unidos. Com quem os golpistas poderiam contar, se enfrentam oposição interna e dos governos da região? No texto abaixo, o jornalista e cientista político Mark Weisbrot sugere: Washington pode estar dando respaldo aos golpistas. Colaborador do “The Guardian”, Weisbrot é também co-diretor do Centro para Pesquisa Econômica e Política, baseado na capital norte-americana (A.M.)
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Um golpe de estado está sendo perpetrado neste exato momento, sexta-feira à noite, no Paraguai.

É esta a visão de diversos governos vizinhos. E a União das Nações Sulamericanas (Unasul) está tratando os acontecimentos desta maneira, além de levá-los muito a sério. Todos os doze ministros de Relações Exteriores (inclusive os do Brasil e da Argentina, que estão profundamente preocupados) voaram para Assunção na quinta-feira à noite, para manter contatos com o governo, e também com a oposição, no Legislativo.

O Congresso do Paraguai tenta afastar o presidente, Fernando Lugo, por meio de um procedimento de impeachment em que lhe foram dadas menos 24 horas para preparar sua defesa, e apenas duas para apresentá-la. Tudo indica que uma decisão para condená-lo já foi escrita, e será apresentada nesta noite (22/6). Seria impossível chamar este trâmite de “devido processo”, em qualquer circunstância, mas é também uma clara violação do Artigo 17 da Constituição paraguaia, que assegura o direito a defesa adequada.

O sentido político da tentativa de golpe também está suficientemente claro. O Paraguai foi controlado, durante 61 anos, pelo Partido Colorado, de direita. Na maior parte deste tempo (1947-1989), o país esteve sob ditadura. O presidente Lugo, um ex-bispo ligado à Teologia da Libertação e às lutas dos pobres, foi eleito em 2008, mas não conseguiu apoio da maioria do Congresso. Ele articulou uma coalizão de governo, mas a direita – incluindo a mídia – nunca aceitou de fato sua presidência.

Conheci Fernando Lugo no início de 2009. Impressionaram-me sua paciência e estratégia de longo prazo. Ele dizia que, dada a força das instituições alinhadas contra seu governo, não esperava ganhar tudo no presente; estava lutandopara que a nova geração pudesse ter uma vida melhor. Mas a oposição sempre foi implacável. Em novembro de 2009, Lugo teve de demitir os principais comandantes militares, devido a relatos firmes de que conspiravam com a oposição.

O impeachment foi desencadeado por um conflito armado entre camponeses que lutavam por terra e a polícia, quando morreram ao menos 17 pessoas, inclusive sete oficiais de polícia. Segundo os sem-terra, a área em disputa havia sido obtida ilegalmente por um político do Partido Colorado. Mas o confronto violento é apenas um pretexto: está claro que o presidente não teve responsabilidade alguma pelo ocorrido. Os oponentes de Lugo sequer apresentaram alguma evidência para as acusações no “julgamento” de hoje. O presiente propôs uma investigação sobre o incidente; a oposição não se mostrou interessada, preferindo partir para um procedimento judicial fraudulento.

A eleição de Lugo foi uma das muitas na América do Sul (Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai, Peru, Honduras, Nicarágua, El Salvador) em que as sociedades escolheram governos de esquerda e mudaram a geografia política do hemisfério, nos últimos 14 anos. Com a mudança, veio uma crescente unidade política em temas regionais – especialmente na resistência aos Estados Unidos, que antes tinham sucesso, ao evitar o surgimento de governos de esquerda.

Por isso, não é surpreendente a resposta urgente e imediata dos países sul-americanos a esta tentativa de golpe, vista por eles como uma ameaça à democracia. O secretário-geral da Unasul, Ali Rodriguez, insistiu que Lugo deve ter direito ao “devido processo” e ao direito de se defender. O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que a Unasul poderia recusar-se a reconhecer o governo pós-golpe – em cumprimento a uma das cláusulas de sua Carta.

Correa foi um dos mais duros oponentes ao golpe de Estado em Honduras, que afastou há três anos o presidente Manuel Zelaya. Honduras continua a sofrer violência extrema, incluindo assassinato de jornalistas e políticos opositores, sob o regime estabelecido em seguida ao golpe.

O afastamento de Zelaya foi um ponto de mudança nas relações entre os Estados Unidos e a América Latina. Governos como os do Brasil e Argentina, antes esperançosos de que o presidente Obama abandonasse as políticas de seu antecessor, desapontaram-se. Washington fez declarações conflitantes sobre o golpe e em certo ponto – em oposição ao resto do hemisfério – fez todo o possível para assegurar-se de que o golpe teria sucesso. Isso incluiu bloquear, no interior da Organização dos Estados Americanos (OEA) os esforços das nações sulamericanas para restaurar a democracia. No último Encontro das Américas Obama ficou – em contraste com o que ocorrera em 2009 – tão isolado quanto seu antecessor, George W. Bush.

O governo Obama respondeu à crise atual no Paraguai com uma declaração em apoio ao devido processo. Talvez tenha aprendido algo de Honduras e não se oponha ativamente aos esforços da América do Sul para defender a democracia. Certamente, os países da região não permitirão que Washington controle o processo de mediação, se houver um – como fez Hillary Clinton com a OEA, em Honduras. Mas Washington pode desempenhar seu papel tradicional, assegurando à oposição que o novo governo terá apoio, inclusive financeiro e militar, dos EUA. Vermos nos próximos dias.

Resta saber o quê mais a Unasul fará para se opor ao golpe de direita no Paraguai. É certamente compreensível que a organização o enxergue como uma ameça à democracia e à estabilidade na região.

 

 O que os Estados Unidos podem ganhar com o golpe no Paraguai

publicado em 23 de junho de 2012 às 13:49

por Luiz Carlos Azenha

A reação de Washington ao golpe “democrático”  no Paraguai será, como sempre, ambígua. Descartada a hipótese de que os estadunidenses agiram para fomentar o golpe — o que, em se tratando de América Latina, nunca pode ser descartado –, o Departamento de Estado vai nadar com a corrente, esperando com isso obter favores do atual governo de fato.

Não é pouco o que Washington pode obter: um parceiro dentro do Mercosul, o bloco econômico que se fortaleceu com o enterro da ALCA — a Área de Livre Comércio das Américas, de inspiração neoliberal. O Paraguai é o responsável pelo congelamento do ingresso da Venezuela no Mercosul, ingresso que não interessa a Washington e que interessa ao Brasil, especialmente aos estados brasileiros que têm aprofundado o comércio com os venezuelanos, no Norte e no Nordeste.

Hugo Chávez controla as maiores reservas mundiais de petróleo, maiores inclusive que as da Arábia Saudita. O petróleo pesado da faixa do Orinoco, cuja exploração antes era economicamente inviável, passa a valer a pena com o desenvolvimento de novas tecnologias e a crescente escassez de outras fontes. É uma das maiores reservas remanescentes, capaz de dar sobrevida ao mundo tocado a combustíveis fósseis.

Washington também pode obter condições mais favoráveis para a expansão do agronegócio no Chaco, o grande vazio do Paraguai. Uma das preocupações das empresas que atuam no agronegócio — da Monsanto à Cargill, da Bunge à Basf — é a famosa “segurança jurídica”. Ou seja, elas querem a garantia de que seus investimentos não correm risco. É óbvio que Fernando Lugo, a esquerda e os sem terra do Paraguai oferecem risco a essa associação entre o agronegócio e o capital internacional, num momento em que ela se aprofunda.

Não é por acaso que os ruralistas brasileiros, atuando no Congresso, pretendem facilitar a compra de terra por estrangeiros no Brasil. Numa recente visita ao Pará, testemunhei a estreita relação entre uma ONG estadunidense e os latifundiários locais, com o objetivo de eliminar o passivo ambiental dos proprietários de terras e, presumo,  facilitar futura associação com o capital externo.

Finalmente — e não menos importante –, o Paraguai tem uma base militar “dormente”  em Mariscal Estigarribia, no Chaco. Estive lá fazendo uma reportagem para a CartaCapital, em 2008.  É um imenso aeroporto, construído pelo ditador Alfredo Stroessner, que à moda dos militares brasileiros queria ocupar o vazio geográfico do país. O Chaco paraguaio, para quem não sabe, foi conquistado em guerra contra a Bolívia. Há imensas porções de terra no Chaco prontas para serem incorporadas à produção de commodities.

O aeroporto tem uma gigantesca pista de pouso de concreto, bem no coração da América Latina. Com a desmobilização da base estadunidense em Manta, no Equador, o aeroporto cairia como uma luva como base dos Estados Unidos. Não mais no sentido tradicional de base, com a custosa — política e economicamente custosa — presença de soldados e aviões. Mas como ponto de apoio e reabastecimento para o deslocamento das forças especiais, o que faz parte da nova estratégia do Pentágono. O renascimento da Quarta Frota, responsável pelo Atlântico Sul, veio no mesmo pacote estratégico.

É o neocolonialismo, agora faminto pelo controle direto ou indireto das riquezas do século 21: petróleo, terras, água doce, biodiversidade.

Um Paraguai alinhado a Washington, portanto, traz grandes vantagens potenciais a interesses políticos, econômicos, diplomáticos e militares estadunidenses.

 

Uai, quer dizer então que eles já sabiam?

http://maureliomello.blogspot.com.br/2012/06/uai-quer-dizer-entao-que-eles-ja-sabiam.html?  

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O documento é de 23 de março de 2009 e foi vazado pelo Wikileaks. Produzido pela embaixada dos Estados Unidos em Assunção, o memorando previa que Fernando Lugo seria derrubado por meio de um golpe parlamentar – exatamente como aconteceu na última sexta-feira, quando o presidente eleito do Paraguai foi substituído por seu vice Federico Franco.

Enquadrado como “confidencial” por Michael J. Fitzpatrick, o texto diz o seguinte:

“Rumores indicam que o general Lino Oviedo e o ex-presidente Nicanor Duarte estão trabalhando juntos para assumir o poder por meio de instrumentos (predominantemente) legais que deverão afetar o presidente Lugo nos próximos meses. O objetivo: capitalizar sobre qualquer tropeço de Lugo para iniciar o processo político no Congresso, impedir Lugo e assegurar sua supremacia política (…) A revolta relacionada a um programa de subsídios para agricultores por meio de ONGs foi considerada um pretexto para o impeachment antes que Lugo abandonasse o programa. Para um presidente que enfrenta muitos desafios – disputas políticas internas, corrupção e a percepção de que seu estilo de liderança é ineficiente – Lugo deve se preocupar para não cometer um erro, que seria seu último.”

Até agora, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não se manifestou sobre o golpe de Estado no Paraguai. Na Rio+20, o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S. Paulo, foi cercado por seguranças quando tentou saber da secretária de Estado Hillary Clinton qual é a posição dos Estados Unidos a respeito da crise.

 

VALE A PENA LER

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Eu não achei graça nenhuma na foto do Lula com o Maluf, que comprova que a nossa política realmente vai de mal a pior. Mas o escândalo que a grande mídia fez com relação à foto só se explica porque era o Lula.

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Quem acompanhou as eleições em 1998, principalmente em São Paulo, deve lembrar desse outdoor. E adivinhem quem está ao centro, apoiando Maluf contra Mario Covas, do PSDB???? Ele mesmo, o príncipe dos sociólogos, FHC!!!

Leiam aqui: http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/06/fhc-fez-sumir-foto-com-maluf.html?spref=tw

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Artigo de capa da CH 293 mostra que a peste – doença conhecida desde tempos remotos e uma das mais temidas pela humanidade – ainda oferece perigo atualmente. A enfermidade já matou mais de 200 milhões de pessoas ao longo dos últimos milênios. O mais recente caso notificado em seres humanos no Brasil foi em 2005, mas é importante que o aperfeiçoamento dos sistemas de vigilância continue para evitar que a bactéria atinja a população. Ainda nesta edição, confira o perfil de José Arthur Giannotti, um dos maiores filósofos do país, e a coluna do cientista político Renato Lessa, que discorre sobre a implantação da Comissão da Verdade no Brasil.

 

Plágio: a culpa é de quem?

(http://antoniozai.wordpress.com/2012/06/23/plagio-a-culpa-e-de-quem/)

As cracolândias de Minas Gerais

O estado de Minas Gerais pode ser visto (infelizmente) como exemplo do quanto o

aumento do tráfico e do uso de drogas está se tornando um problema de saúde pública.

Por Ana Claudia Vargas & Paulo Roberto Santos*

Leia aqui: http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/pag/4/drogas00001.htm

 

Rafael Correa: “Estamos diante de uma guerra não convencional”
Em uma entrevista especial concedida à Carta Maior e aos jornais Página/12, da Argentina, e La Jornada, do México, o presidente do Equador, Rafael Correa analisa o que considera ser um dos principais problemas do mundo hoje: o poder das grandes corporações de mídia que agem como um verdadeiro partido político contra governos que não rezam pela sua cartilha. “Essa é a luta, não há luta maior. Estamos diante de uma guerra não convencional, mas guerra, de conspiração, desestabilização e desgaste”. A entrevista foi concedida no Rio de Janeiro, onde Correa participa da Rio+20.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20436

Boaventura critica a economia verde, e Paul Singer exalta a economia solidária
“É uma perversão total transformar a natureza em mercado. Economia verde é suprir o capitalismo com mais capitalismo”, disse Boaventura de Sousa Santos, em debate na Cúpula dos Povos. “A economia solidária vai ser a economia de transição, ela vai nos ajudar a fazer o trânsito entre a produção e o consumo”, afirmou. Para Paul Singer, “é o melhor modelo desenvolvido até agora”.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20427&boletim_id=1245&componente_id=20228

 “Se fosse pelo mercado, não existiriram políticas sociais”, diz Sachs
Em conferência realizada na Coppe/UFRJ, o economista e sociólogo Ignacy Sachs defendeu a necessidade de um novo paradigma de produção e desenvolvimento, baseado no tripé “socialmente justo, ambientalmente sustentável e economicamente viável”. Para Sachs, esse modelo não surgirá pelas mãos do mercado: “lamento que se dê espaço para as soluções que sejam as de mercado. O mercado tem vista curta, pensa o imediato, por ele não existiriam políticas sociais”.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20410&boletim_id=1244&componente_id=20204

 

Robert Darnton – O Futuro do Livro

Robert Darnton, diretor da biblioteca de Harvard, fala sobre o futuro do livro num mundo que observa a massificação da internet e a popularização dos leitores eletrônicos. Autor de “A questão dos livros” e à frente da Digital Public Library of America, iniciativa que deve disponibilizar online e de graça 2 milhões de livros a partir de 2012, o historiador fala também do papel que as bibliotecas devem assumir num futuro próximo. LINK: http://antoniozai.wordpress.com/2012/06/20/robert-darnton-o-futuro-do-livro/

 LEIA NO WWW.outraspalavras.net

 Surpresa no Paraguai: é possível reverter o golpe
Há resistência social no país e isolamento internacional dos golpistas. Aos poucos, desvenda-se trama que levou à quebra da legalidade. Por Antonio Martins

O fantasma do autoritarismo latino-americano
Para os grupos dominantes da região (incluindo seus parceiros no exterior), a democracia parece ser mera conveniência e artifício retórico. Por Felipe Amin Filomeno

Hipótese sobre a estratégia dos EUA
Ao estimular deposição de Lugo, Casa Branca pode ter procurado cercar Brasil e Argentina, além de criar contencioso em Itaipu. Por Flávio Lyra

As ilusões fatais das potências decadentes
Em países como EUA e Israel, nem governos, nem sociedades enxergam seu declínio relativo. Tal cegueira produz erros desastrosos. Por Immanuel Wallerstein

Assange no Equador: bastidores do pedido de asilo
Relações entre fundador do Wikileaks e Correa são antigas. Além de proteger jornalista, abrigo reforçaria luta contra oligopólios de mídia. Mas reforçariam liberdade de expressão? Por Tadeu Breda

A vítima grega
Crise em Atenas deve-se principalmente à arrogância das autoridades europeias. Incapazes e moralistas, creem que tudo funcionará, se sociedades aceitarem sofrer mais. Por Paul Krugman 

No Anti-Édipo, uma trilha para compreender “novo” capitalismo
Quarenta anos depois, primeiro livro de Deleuze-Guattari ainda ajuda a compreender como o capital estimula a produção desejante e ao mesmo tempo faz tudo para restringi-la. Por Bruno Cava, no Quadrado dos Loucos

Brasil: polêmicas em torno da energia limpa
Construção de usinas eólicas avança rápido e país pode tornar-se grande produtor mundial em 2030. Na Rio+20, amplia-se debate sobre caráter da energia hidrelétrica Por Fabíola Ortiz, em TerraViva

Estamos entregando o ferro de Carajás?
O jornalista Lúcio Flávio Pinto sugere: a Vale aumentou a produção com base nos interesses dos acionistas — que são opostos aos do povo brasileiro Por Luiz Carlos Azenha, no Viomundo

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ENTREVISTA CAFÉ HISTÓRIA: JURANDIR MALERBA, DIRETAMENTE DE BERLIM

O historiador brasileiro Jurandir Malerba (PUCRS) assumiu recentemente a Cátedra Sérgio Buarque de Holanda de Estudos Brasileiros, na Universidade Livre de Berlim, na Alemanha. O Café História entrevistou Malerba, que relatou em detalhes como está sendo esta experiência e o que ela significa para a historiografia brasileira[Leia mais]

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: ROGER CHARTIER E O HÁBITO DA LEITURA

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