Número 323

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Voltamos hoje às águas da cachoeira, com um artigo e um link, que abordam justamente como as revistas semanais tratam do assunto que tanto as incomoda. A Veja, por conta dos contatos úmidos de seu diretor com o contraventor; aIst , tentando desesperadamente desviar o foco das atenções sobre seu dono, Daniel Dantas. Vale a pena ler tudo!

 

 

1.  ARTIGOS COMPLETOS

Investigar Cachoeira, uma ameaça à liberdade de expressão

por Luiz Carlos Azenha (http://www.viomundo.com.br/humor/investigar-cachoeira-um-atentado-a-liberdade-de-expressao.html)

Por dever de ofício, li o texto de capa de revista que tenta provar que investigar os crimes do Carlinhos Cachoeira, no Congresso, é um atentado à liberdade de expressão.

O que chamou minha atenção foi a frase abaixo, que interpretei como defesa do uso de fontes-bandidas:

Qualquer repórter iniciante sabe que maus cidadãos podem ser portadores de boas informações. As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Isso é básico. Disso sabem os promotores que, valendo-se do mecanismo da delação premiada, obtêm informações valiosas de um criminoso, oferecendo-lhe em troca recompensas como o abrandamento da pena.

Registre-se, inicialmente, a tentativa dos autores de usar os promotores de Justiça como escada. Tentam sugerir ao leitor que o esforço da revista, ao dar espaço em suas páginas a fontes-bandidas, equivale ao dos promotores de Justiça.

Sonegam que existe uma diferença brutal: os promotores de Justiça usam a delação premiada para combater o crime. Os criminosos que optam pela delação premiada têm as penas reduzidas, mas não são perdoados. E a ação ajuda a combater um mal maior. Um resultado que pode ser quantificado. O peixe pequeno entregou o peixe grande. Ambos serão punidos.

O mesmo não se pode dizer da relação de um jornalista com uma fonte-bandida. Se um jornalista sabe que sua fonte é bandida, divulgar informações obtidas dela não significa, necessariamente, que algum crime maior será evitado. Parece-me justamente o contrário.

O raciocínio que qualquer jornalista faria, ao divulgar informações obtidas de uma fonte que ele sabe ser bandida, é: será que não estou ajudando este sujeito a aumentar seu poder, a ser um bandido ainda maior, a corromper muito mais?

Leiam de novo esta frase: As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido.

Não necessariamente. Ele não tem qualquer garantia de que as informações são verdadeiras se vieram de um corrupto. Que lógica é esta?

O policial que não estava lá mas gravou a conversa que se deu durante um ato de corrupção provavelmente vai fornecer uma versão muito mais honesta sobre a conversa do que os corruptos envolvidos nela.

O repórter que lida com alguém envolvido em um ato de corrupção sabe, antecipadamente e sem qualquer dúvida, que a informação passada por alguém que cometeu um ato de corrupção atende aos interesses de quem cometeu o ato de corrupção. Isso, sim, é claro, não que as informações sejam necessariamente verdadeiras.

O repórter sabe também que, se os leitores souberem que a informação vem de alguém que cometeu um ato de corrupção, imediatamente perde parte de sua credibilidade. Não é por acaso que Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, se transformou em “empresário do ramo de jogos”.

É por saber que ele era um “mau cidadão” que a revista escondeu de seus leitores que usava informações vindas dele. Era uma fonte inconfessável.

Não foi por acaso que Rubnei Quicoli, o ex-presidiário, foi apresentado como “empresário” pela mídia corporativa quando atendia a determinados interesses políticos em plena campanha eleitoral. A mídia corporativa pode torturar a lógica, mas jamais vai confessar que atende a determinados interesses políticos.

Carlinhos Cachoeira não é, convenhamos, nenhum desconhecido no submundo do crime. Vamos admitir que um repórter seja usado por ele uma vez. Mas o que dizer de um repórter usado durante dez anos, por uma fonte que ele sabe ser bandida?

Sim, porque o texto, sem querer, é também uma confissão de culpa: admite que a revista se baseou em informações de um “mau cidadão”. Ora, se a revista sabia tratar-se de um “mau cidadão” e se acreditava envolvida em uma cruzada moral para “limpar a sociedade” de “maus cidadãos”, não teria a obrigação de denunciá-lo?

Concordo que jornalistas não têm obrigação de dar atestado de bons antecedentes a todas as suas fontes.

Mas onde fica a minha obrigação de transparência com meus leitores se divulgo seguidamente informações que sei serem provenientes de um “mau cidadão”? Qual é o limite para que eu seja considerado parceiro ou facilitador do “mau cidadão”?

Se imperar, a lógica da revista será muito conveniente para aqueles policiais presos por associação ao crime.

Tudo o que terão de dizer, diante do juiz: “Ajudei a quadrilha de assaltantes de bancos, sim, doutor, matando e prendendo os inimigos deles. Mas foi para evitar um mal maior, meritíssimo: uma quadrilha que era muito mais bandida”.

À CPI, pois.

 

 

Buscando o sentido das coisas

Jaime Pinsky

Para um amante incorrigível de livros, viciado mesmo, terminar a leitura de uma obra de qualidade provoca sensações contraditórias de satisfação e ansiedade. Afinal, acabado o livro, como sobreviver sem aquele companheiro capaz de transformar horas de espera em alegres momentos? Será que conseguiremos um outro tão bom quanto este ?

Emplacar dois livros bons, em sequência, é um feito que pode ser comemorado e deve ser compartilhado. Farei isto.

O primeiro deles é a biografia de um dos grandes pintores do século XX, Marc Chagall, escrito por Jackie Wullschlager, responsável pela crítica de arte do jornal Financial Times, de Londres (Chagall, Editora Globo, 735 páginas). Dito isso poderia parecer de que se trata apenas de uma biografia artística, mas é muito mais. A parte histórica, imbricada com a vida do pintor, começa por oferecer um cuidadoso e afetivo panorama da Rússia pré revolucionaria,  a partir da cidade de Vitebsk, onde nasceu Chagall. Vitebsk era um “shtetl”, uma cidade da Europa Oriental com forte presença judaica. De um lado o universo ortodoxo dentro do qual os judeus viviam funcionava como força centrípeta, atuava no sentido da preservação de valores e práticas sociais do grupo; por outro lado o ambiente de fim de festa característico dos últimos anos do czarismo (Chagall nasceu em 1887), agia como força centrífuga, propiciava uma sensação de mudança a ponto de provocar conflitos com a geração dos mais velhos, mais conservadores. Essa oscilação, esta sensação de pertencer a um grupo restrito, de um lado, mas ao mundo todo, de outro (tão bem percebida por Isaac Deutscher em seu magnífico ensaio “O judeu não judeu”) irá acompanhar Chagall em toda a sua vida e em toda a sua pintura. Mesmo morando em São Petersburgo, em Berlim, em Paris, nos Estados Unidos e depois no sul da França, Chagall tinha raízes tão profundamente plantadas em Vitebsk que a cidade de sua infância continuou presente em seus quadros, painéis e vitrais para o resto da vida.

A autora respeita e se envolve com o biografado – o que era de se imaginar – mas não faz como biógrafos menores que perdem a real dimensão do seu objeto de pesquisa, exagerando sua importância. Denuncia perda de qualidade em determinados períodos, acomodação em outros, autoplágio em terceiros. Não perdoa sequer pequenas falhas de caráter, tanto de Chagall como de seus familiares, criando um painel de profunda riqueza psicológica. E, embora não centralize sua análise na política mostra, por meio de histórias de vida, o massacre cultural e físico perpetrado por Stalin contra artistas e intelectuais a quem o provinciano líder georgiano invejava e temia, por não alcançar compreende-los. O “realismo socialista”, forma óbvia e grosseira de fazer arte teve a duvidosa honra de impedir o desenvolvimento artístico de toda uma geração dentro da então União Soviética. Com prisões, tortura e gulags o stalinismo embotava a criatividade e condenou à diáspora muitos dos melhores e mais sensíveis artistas russos, incluindo Chagall.

O outro livro é um produto editorial bem diferente, mas com surpreendentes semelhanças no conteúdo. Enquanto o primeiro tem uma produção esmerada, plena de ilustrações, o segundo é uma edição formalmente modesta, publicado pela Expressão Popular, e tem como título apenas a letra K. O autor, Bernardo Kucinski, jornalista e professor da USP, participou do Governo Lula, e teve uma irmã “desaparecida” pelo regime militar.

O personagem principal, que dá título ao livro, é o pai de Bernardo.  O enredo é sua luta em compreender o que poderia ter acontecido com Ana Rosa, sua filha. Bernardo imprime ao personagem um ar de incompreensão com relação ao mundo que o cerca. K é uma figura quase kafkiana (e isso é intencional na trama) procurando, antes, saber o que aconteceu, depois por que aquilo aconteceu. Sem sucesso. Importante escritor da língua íidishe (a mesma com a qual Chagall tinha sido educado na sua Vitebsk), K se refugia no seu mundo de ficção e não enxerga o que acontece com o Brasil real, nem com sua filha. O seu espanto se confunde com o espanto dos leitores, o seu choque é o nosso choque com as torturas, a violência e os assassinatos perpetrados por um Estado que nunca recebeu do povo (em nome do qual supostamente exerce o poder) o direito de matar.

Dois livros tão diferentes e tão parecidos.

 Nota do Boletim:

No âmbito da arte contemporânea, marcada pelo formalismo e a abstração, a pintura de Chagall se destaca pela importância que nela tem o elemento temático, de fundo onírico, que mostra por sua vez as fundas raízes afetivas e culturais do artista.

     Pintor, gravador e vitralista bielorusso, Marc Chagall nasceu em Vitebsk em 7 de julho de 1887.

 Iniciou-se em pintura no ateliê de um retratista local. Em 1908, estudou na Academia de Arte e São Petersburgo e, de volta à cidade natal, conheceu Bella, com quem se casaria mais tarde , de quem pintou um retrato em 1909 (Kunstmuseum, Basiléia).

     Marc Chagall trabalhou intensamente para integrar seu mundo de fantasias na linguagem moderna, derivada do fauvismo e do cubismo.

     Obras importantes desse período são “Moi et le village” (1911; “Eu e a aldeia”), “L’Autoportrait aux sept doigts” (1911; “Auto-retrato com sete dedos”), “La Femme enceinte” (1912-1913; “Mulher grávida”), “Le Soldat boit” (1912; “O soldado bebe”).  (Dados obtidos no site:  http://www.pitoresco.com/universal/chagall/chagall.htm

Um detalhe de “Eu e a aldeia” foi utilizado na capa do volume 4 da coleção Os caminhos do homem, da qual fui co-autor, em 1991.

 

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2.  VALE A PENA LER

Leia no WWW.outraspalavras.net

Cultura, Política & Subversão – agora 2.0

Casas Fora do Eixo: como zombar do capitalismo e corroê-lo por dentro, disseminando práticas e atitudes que propõem superar sua mediocridade. Reportagem de Bruna Bernachio, colaboradora de Outras Palavras

BRICS: a possível virada de Délhi

Na Índia, mídia internacional finalmente percebeu: bicentenária hegemonia do Ocidente está sendo desafiada por mundo novo, cada vez mais interdependente. Por Prem Shankar Jha

Portugal,um ano nas mãos da troika

Direita no poder, demissões, restaurantes vazios, moradores de rua. Retratos de um país rendido (por enquanto…) à ditadura das finanças. Por Antonio Barbosa Filho, correspondente na Europa

 

Investigando o caos ferroviário paulista
Panes e acidentes estão relacionados à tentativa desastrada de integrar a rede sem fazer os investimentos necessários, diz consultor. E acrescenta: segurança dos passageiros está em risco. Por Tadeu Breda

 

Islândia: agora, o julgamento do neoliberalismo
Processo não atinge apenas dirigentes que submeteram país à ditadura dos mercados. Procura alternativas para que fato nunca se repita. Cada passo é acompanhado pela população, via internet. Na Esquerda

CPI do Cachoeira: Civita será convocado?
“Aventura” da editora Abril é imensamente mais grave que a de Rupert Murdoch. Parceria não foi com setores da polícia, mas com o próprio crime organizado. Por Luís Nassif, em seu blog

Por terras, pataxós bloqueiam BR-101
Protesto, no extremo sul da Bahia, é por demarcações — e contra emenda constitucional que pode colocar territórios dos povos ancestrais nas mãos dos parlamentares. Por Renato Santana, no CIMI

Capitalismo, movimentos e a grande encruzilhada
Novo livro sobre revoltas de 2011 sugere: sistema continua à deriva; sua crise gerará pesadelos; projetos alternativos precisam amadurecer rápido. Por Antonio Martins

Tudo agora pode estar por um segundo
Paul Mason, autor de obra que estuda novos movimentos, sustenta: redes que desafiam capitalismo precisam se preparar para resposta brutal do sistema. Entrevista à redação de Red Pepper

 

Reportagem de Claudio Dantas Sequeira publicada na IstoÉ (também pertencente ao grupo dantesco) faz de tudo para ligar Idalberto Matias de Araújo, conhecido como Dadá, ao PT, e embaralhar o jogo que o liga e a seu chefe – o “empresário de jogo” (como diz a Folha rs) Carlinhos Cachoeira – aos partidos de oposição, especialmente ao DEM, via Demóstenes Torres, e ao PSDB, via governador de Goiás Marconi Perillo.

Leia em: http://blogdomello.blogspot.com.br/2012/04/reportagem-da-istoe-sobre-dada-o-espiao.html

 

Existe uma origem da crise de identidade do professor?

In Memoriam – PAULO MEKSENAS

As palavras professor e profissão são próximas em seus significados. A primeiradesigna o sujeito que professa, isto é, aquele que diz a verdade publicamente. E averdade é qualquer fato; fenômeno ou interação em conformidade com o real; significa expor corretamente; representar fielmente por princípios lógicos… LEIA NA ÍNTEGRA: http://espacoacademico.wordpress.com/2012/04/14/existe-uma-origem-da-crise-de-identidade-do-professor-2/

 

Argentina retoma controle público do gás e petróleo
O governo argentino encaminhou nesta segunda-feira projeto de lei ao Congresso Nacional estabelecendo a expropriação de 51% das ações da espanhola Repsol na YPF, sendo que o Estado ficará com 26,01% do total e as províncias produtoras com 24,99%. Segundo a presidenta Cristina Fernández de Kirchner, o objetivo prioritário do projeto é “a conquista do autoabastecimento de hidrocarbonetos e a exploração, industrialização, transporte e comercialização”.
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19974&boletim_id=1169&componente_id=18701

 

Ex-ditador revela “método” para assassinatos e desaparecimentos na Argentina
O ex-ditador Jorge Rafael Videla relatou ao jornalista Ceferino Reato o “método” usado pelos militares para a detenção e desaparição de pessoas durante a ditadura. Videla não expressou arrependimento pelos assassinatos e desaparecimentos, alegando que “não havia outra solução”. “Eram sete ou oito mil as pessoas que deviam morrer para ganhar a guerra contra a subversão; não podíamos fuzilá-las. Também não podíamos levá-las à Justiça”, afirmou. http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19971&boletim_id=1169&componente_id=18703

 

 3.  INFORMAÇÕES

Minha amiga, conterrânea e colaboradora Ana Cláudia convida todos para conhecerem o blog que ela criou. Eu já estive lá e já me coloquei como seguidor. Tenho certeza de que ele será um grande sucesso!

A mensagem é para convidá-los a acessarem o blog que criei –http://antijornalismo.blogspot.com.br/      – é o terceiro que crio, mas desta vez vou me esforçar para mantê-lo por uma razão simples: questão de sobrevivência da minha sanidade mental rs.

 

Aproveito para comunicar que também criei um novo blog, o http://segundoblogdoricardo.wordpress.com . Convido você a conhecer e a participar. É mais leve, vai ficar bem legal!

 

 

 

FACULDADE INTERDISCIPLINAR EM HUMANIDADES (FIH/UFVJM)

DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

 (DRI/UFVJM)

 

 

 

1º COLÓQUIO INTERNACIONAL:

O ESPANHOL COMO INSTRUMENTO DE MOBILIDADE ACADÊMICA E PROFISSIONAL

 Realização: de 24 a 27 de maio de 2012

SEGUNDA CIRCULAR

Diamantina/MG, 16 de abril de 2012.

A Faculdade Interdisciplinar em Humanidades (FIH) e a Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – Campus de Diamantina/MG anunciam os prazos para envio de propostas de trabalhos para participação no 1º COLÓQUIO INTERNACIONAL: o espanhol como instrumento de mobilidade acadêmica e profissional:

 De 20/04 a 05/05/2012 – recebimento de resumos para apresentação de paineis, relatos de experiências e/ou comunicações para o seguinte endereço eletrônico: coloquioespanholufvjm@yahoo.com.br

 É importante destacar que tanto as propostas (resumos) quanto as apresentações dos trabalhos poderão ser feitas em Português ou em Espanhol e devem versar, necessariamente, sobre os seguintes temas:

 Desenvolvimento de projetos e/ou experiências pedagógicas em espanhol (língua e literatura) no ensino regular;

  1. Atuação do profissional de língua espanhola em negócios internacionais, turismo e tradução;
  2. Ensino de língua espanhola para públicos específicos;
  3. Ensino-aprendizagem em atividades de intercâmbio e imersão em língua espanhola;
  4. A produção de material didático em língua espanhola no contexto brasileiro.

 Obs: Para enviar os resumos, os participantes deverão baixar a ficha de inscrição no site do colóquio http://www.ufvjm.edu.br/site/coloquioespanhol/inscricoes/ e enviá-la para o email do evento com o título da modalidade de apresentação escolhida. Exemplo: COMUNICAÇÃO PARTICIPANTE ou PAINEL PARTICIPANTE ou RELATO DE EXPERIÊNCIA PARTICIPANTE.

É importante destacar que cada participante poderá se inscrever em até duas modalidades de apresentação, inclusive em co-autoria.

Os participantes que desejarem se inscrever no evento apenas como ouvintes poderão enviar suas fichas de inscrição também a partir do dia 20/04. O modelo da ficha já se encontra disponível no site do Colóquio e deverá ser enviada para o email do evento contendo o seguinte título: FICHA INSCRIÇÃO OUVINTE.

Caso necessitem, a programação completa do Colóquio, que inclui a agenda cultural do evento, já se encontra disponível para consulta em: http://www.ufvjm.edu.br/site/coloquioespanhol/programacao/

A Comissão Organizadora

 

 

ATENÇÃO!

A comissão organizadora do XVIII Encontro ANPUH- MG divulga a prorrogação das inscrições para apresentação de trabalho em Simpósio Temático e Comunicação Livre. O novo prazo limite será até o dia 25 de abril.

Maiores informações no site do evento: http://www.encontro2012.mg.anpuh.org/

Auxiliem-nos na divulgação repassando este email para seus contatos!

 

4.  CAFÉ HISTORIA

 

MATÉRIA CAFÉ HISTÓRIA: PROFISSÃO DE HISTORIADOR

Novas informações sobre tema que vem mobilizando a Associação Nacional de História e historiadores em geral

Leia esta matéria em: http://cafehistoria.ning.com/page/materia-do-cafe-historia-regulamentacao-da-profissao-de-historiad

CINE HISTÓRIA: AS NEVES DE KILIMANJARO

Filme francês explora os lados mais obscuros da crise financeira iniciada em 2008

Leia sobre o filme e veja o trilher: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

CONTEÚDO DA SEMANA: ÁRVORE GENEALÓGICA DE TUTANKHAMON

Conheça quem foram os avós, pais e outros familiares do célebre Tutankhamon, um dos mais famosos e poderosos faraós

Veja a imagem em: http://cafehistoria.ning.com/photo/tutankhamon?context=popular

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: ANTIGA COLÔNIA NAZISTA EM SP DERRUBADA

A derrubada do patrimônio, no entanto, desagrada pesquisador, que defende a conservação de imóvel que também abrigou órfãos escravos

Confira esta notícia em: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

DOCUMENTO HISTÓRICO: CAPA DE LP DE DAVID BOWIE DE 1973

Capa do clássico LP de David Bowie, “Pinupus”, lançado em 1973. Você sabe quem é a mulher que aparece com Bowie na capa desta famoso álbum?

Clique ver a capa e descobrir: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

BLOGS PARCEIROS: OS TRÊS MELHORES GADGETS PARA BLOGUEIROS

O “The Next Big Blog” – novo projeto do criador do Café História – acaba de publicar um post sobre gadgets!

Confira as dicas: http://www.thenextbigblog.com.br/

MURAL DO HISTORIADOR: “HISTÓRIA DIGITAL” EM SEMINÁRIO

Oficina “História Digital: a divulgação da história na internet”, ministrada por Bruno Leal, criador do Café Historia, é um dos destaques do “I Simpósio de Graduação e Pós-Graduação em História” da Universidade Federal de Uberlândia.

Saiba mais sobre o evento: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

SEMINÁRIO TRAUMA, MEMÓRIA E REPARAÇÃO: EM MAIO, NA UFRJ

Entre os dias 9 e 11 de maio, ocorre na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o “I Simpósio Internacional de História Contemporânea: Memória, Trauma e Reparação”.

Leia mais sobre o evento: http://cafehistoria.ning.com/page/evento-em-destaque-memoria-trauma-e-reparacao

Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

 

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Sobre boletimdehistoriaricardo

Este Boletim é voltado, principal mas não exclusivamente, para historiadores e estudantes. Seu propósito é fornecer informações, notícias, links. Contribuições são bem-vindas. As opiniões exaradas em artigos assinados não são, necessariamente, as do editor. Mas o espaço é plural.
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