Número 322

 

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E as águas continuam a rolar cachoeira abaixo… mais dois artigos e um link nos ajudam a compreender certas coisas… se for possível que elas sejam compreendidas!

Na primeira parte, temos, ainda, uma importante análise sobre como se combateram crises no passado e como se tenta combatê-las atualmente.

Bons links, as matérias da semana do Café História e o informativo da Anpuh completam o boletim de hoje.

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1. ARTIGOS COMPLETOS

 

Cachoeira da Hipocrisia

Antonio de Paiva Moura

Agora que veio à tona o escândalo das relações clandestinas do bicheiro Carlinhos Cachoeira com o Senador do DEM-GO, Demóstenes Torres podemos, com propriedade, examinar a variação semântica do léxico hipocrisia. O senador moralista foi apanhado fazendo o contrário do que pregava, cujos sócios mais ilustres são políticos. É prazeroso ver um moralista caindo em desgraça ao deixar transparecer as falhas morais que condenava. Devemos ser conscientes de que somos todos, de uma forma ou de outra, também hipócritas, isto é, de forma venial ou letal. Quando temos a certeza de que não estamos sendo vistos ou que nossos atos não serão descobertos, todos nós trapaceamos. Podemos graduar a hipocrisia de zero a infinito, de suportável a insuportável. No sentido artístico, hipócrita é uma transição do vocábulo grego “hipócritês” que é o mesmo que máscara, usada pelos atores gregos. No sentido social, hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.

 

Talvez o caso mais contundente neste episódio seja o envolvimento da revista Veja. Acostumada a distribuir lições de moral e civismo, todas as semanas, a seus leitores, a revista Veja tornou-se protagonista do caso Demóstenes Torres. O diretor da sucursal da revista em Brasília, Policarpo Júnior foi detectado num grampo legal feito pela Polícia Federal em nada menos que 200 ligações telefônicas com o contraventor Carlinhos Cachoeira. Segundo o jornalista Luis Nassif, nessas conversas Policarpo passava a Cachoeira informações sobre o que iria sair na revista, ouvia idéias de pautas e recebia elogios de sua fonte.

 

A Reforma protestante havia livrado os cidadãos e a burguesia de qualquer escrúpulo no sentido de buscar o enriquecimento individual, isto é, as riquezas produzidas com esforço da coletividade podiam ser apropriadas por um indivíduo ou por uma família. Além disso, o liberalismo de Adam Smith, do século XVIII criou e manteve a ideologia do enriquecimento individual. No século XX as classes trabalhadoras, incluindo o operariado, servidores públicos, profissionais autônomos obtiveram garantia de pleno emprego e direitos previdenciários. Mas o neoliberalismo do final do século XX teve como meta restabelecer e aumentar os poderes e a renda das classes mais favorecidas. Para conseguir esses objetivos foram delegados poderes e oferecidas enormes vantagens aos executivos e dirigentes para que promovessem a transferência dos patrimônios públicos aos setores privados. Basta lembrar a atuação de Daniel Dantas nas privatizações da Vale do Rio Doce e dos serviços públicos de telecomunicações.

 

Há muito, portanto, a avareza e o propósito de enriquecimento ilícito deixaram de ser pecado. Enriquecer à custa de subornar os três poderes da República e as instituições sociais, como igrejas, sindicatos e imprensa, tornou-se uma ideologia: tudo em beneficio do detentor do capital, do acionista e dos executivos testas de ferros. Baseado em diversas decisões judiciárias contraditórias do STF, nos últimos anos, como anulação de provas contra o banqueiro Daniel Dantas a justiça brasileira tem modelo ideal pra atrasar soluções de conflitos e manter impunes os poderosos. Demóstenes Torres, por certo, pedirá à justiça a anulação das provas de seus crimes. Com esses atos, ideologicamente o STF está sustentando essa ordem estabelecida, mesmo que perversa. O juiz ou desembargador que jura ter lisura e probidade nas decisões e que transgride em benefício próprio é um hipócrita perverso.  Os chefes religiosos que aumentam o patrimônio de suas igrejas à custa de falsos milagres; os que fazem voto de castidade, mas abusam de crianças e prevaricam com mulheres indefesas são tremendos hipócritas. O empresário que alega que o trabalho assalariado é o que mais onera o custo do produto e por isso, tenta amputar salários e benefícios do trabalhador age como hipócrita. Oculta e jamais computa o lucro e o valor da propaganda do produto com aumento de seu custo de produção.

 

Quando a imprensa regional olha para o lado

Por Alberto Dines (do Observatório da Imprensa)

Atenção, atenção: estamos nos transformando num “Estado policial” ou “policializado”. Estado democrático, de direito, mas um Estado onde o interesse social só tem a proteção do Ministério Público, da Polícia Federal, da Receita Federal e dos magistrados que autorizam devassas. O resto – Executivo, Legislativo, imprensa e sociedade civil – está paralisado, entorpecido, inerte diante de um formidável lodaçal que se espalha, se infiltra e se aprofunda irremediavelmente. Nenhum desses poderes quer se comprometer, enredar-se. Todos, sem exceção, têm medo de respingos.

A sociedade brasileira está perdendo a capacidade de se defender, sabe apenas chamar a polícia. E depois entrega os malfeitores a um Judiciário atravancado, aturdido, lerdo, muitas vezes venal. Se o diagnóstico está correto estamos à beira de uma decomposição institucional.

Tudo começa numa imprensa desfibrada, burocratizada e mundana que já não sabe qual o seu papel. A imprensa regional mimetiza aquela que se apresenta como nacional e o resultado deste conluio de equívocos é que não temos vigilância na esquina nem nos grandes espaços.

Vício perigoso

Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, começou na esquina, opera a sua rede de contravenções há pelo menos duas décadas num estado rico, próximo dos grandes centros e onde existe uma mídia regional bem implantada. A Organização Jaime Câmara, estabelecida logo em seguida à fundação de Goiânia (1935), edita o diário O Popular, um dos melhores do país, tem um sistema de rádio e outro de TV com onze emissoras e repetidoras.

Este complexo midiático, porém, não foi capaz de perceber a intensa e ousada movimentação do contraventor-mor, mesmo depois do seu envolvimento com Waldomiro Diniz, assessor do então todo-poderoso ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, no primeiro mandato do presidente Lula da Silva.

Este observador não pretende lançar suspeições sobre o grupo midiático; está, sim, radiografando os sintomas da inércia jornalística que hoje domina grande parte da mídia regional brasileira. O poder da grande imprensa americana veio de uma brava imprensa regional treinada nas trincheiras jornalísticas locais. A interdependência dessas esferas gera uma comunidade atenta, ágil, que só recorre à instância policial na hora do desfecho.

Para não parecer provinciana nossa mídia regional adota um glamour desbotado, cerca-se de colunistas sociais e veste Prada, esquecida de que o seu pedigree ou virá da dedicação ao interesse público ou de nada valerá.

O Estado policializado, dependente do poder de polícia, incapaz de detectar ameaças e denunciá-las, é em última análise fruto de uma imprensa – grande, média ou pequena – viciada no perigoso jogo de olhar para o lado.

 

Uma receita keynesiana para salvar a economia europeia

A política keynesiana atua pelo lado da demanda, enquanto a política ortodoxa pretende atuar pelo lado da oferta. Isso significa que o conjunto das empresas delas confia mais em fatores psicológicos para ampliar seus investimentos do que na situação da demanda efetiva. É uma espécie de placebo administrado à economia, enquanto a política keynesiana é injeção na veia. Por que, então, essa insistência na ortodoxia, mesmo diante da evidência de seu fracasso? O artigo é de J. Carlos de Assis.

J. Carlos de Assis (*) (publicado pela agência Carta Maior)

Diz-se que os países periféricos da área do euro, assim como a Inglaterra, não têm alternativa de política econômica a não ser pela via da ortodoxia centrada no corte dos gastos para reduzir seus déficits e dívidas públicos. Até o momento, desde a Grécia à Irlanda e passando pela própria Inglaterra, esse tipo de política tem resultado num contundente fracasso. Não obstante, sob o tacão da Alemanha de Merkel e da França de Sarcozy, e mediante o auxílio do FMI, do BCE e da Comissão Europeia, insiste-se na linha do “sacrifício” fiscal recorrente.

O corte de gastos públicos durante uma recessão é o exato oposto do que propôs Keynes há cerca de 70 anos. Sua receita diante da queda do consumo, do emprego e do investimento era o aumento do gasto público, desencadeando o efeito virtuoso oposto, do aumento do consumo (ou da demanda efetiva) para o aumento do investimento, deste para o aumento do emprego e daí para a realimentação da demanda, tudo isso concorrendo para a saída da recessão na medida em que os empresários adquirem confiança na retomada do ciclo.

Na visão ortodoxa, o que se pretende, em tese, é recuperar a confiança dos empresários pelo efeito da redução do déficit e da dívida públicos. Esse elemento mágico, a recuperação da confiança empresarial, seria suficiente para a retomada do investimento, do emprego e da demanda – portanto, operando no sentido contrário ao presumido por Keynes. É fácil verificar que a política ortodoxa se apóia numa quimera, ou seja, num elemento psicológico, a confiança do empresário, independentemente da situação concreta do mercado de trabalho e de bens e serviços.

Em termos técnicos, a política keynesiana atua pelo lado da demanda, enquanto a política ortodoxa pretende atuar pelo lado da oferta. Isso significa que não uma empresa em particular, mas o conjunto delas confia mais em fatores psicológicos para ampliar seus investimentos do que na verificação da situação da demanda efetiva. Comparada à política keynesiana, é uma espécie de placebo administrado à economia, enquanto a política keynesiana é injeção na veia. Então, a pergunta óbvia é: por que essa insistência na ortodoxia, mesmo diante da evidência de seu fracasso?

Há várias razões, sobretudo de ordem ideológica, mas a principal delas está no campo da economia política: diante da crise, os ortodoxos preferem políticas do lado da oferta (redução da taxa básica de juros) porque as políticas do lado da demanda – ou seja, aumento dos gastos públicos – ao contrario das primeiras, são geralmente redistributivas de renda a favor dos mais pobres. Gastos fiscais são aplicados em infra-estrutura e serviços públicos. Taxa de juros baixa favorece sobretudo os ricos que têm garantias reais para tomar empréstimos.

A crise atual tem uma dimensão ideológica adicional por causa da escala da dívida e dos déficits em alguns países europeus como Grécia, mais de 180% do PIB, e da Itália, mais de 120%. Antes dela, a situação fiscal na zona do euro, exceto na Grécia, era extremamente confortável, muito abaixo dos parâmetros do Tratado de Maastricht que institui o euro (máximo de 60% do PIB para a dívida, e de 3% do PIB para o déficit público). Contudo, porque os governos tiveram de salvar os bancos, a crise financeira vinda dos EUA se converteu em crise fiscal em larga escala.

A idéia de que se tem de reduzir déficit e dívida como condição de retomada é um disparate. O corte nos gastos públicos reduz a demanda, o emprego, o consumo interno e a própria receita fiscal, aumentando a relação déficit-dívida/PIB. A medida é, pois, contraproducente. Assim, independentemente do nível do déficit e da dívida, o primeiro movimento sempre terá de ser no sentido de aumentá-lo a fim de estimular o consumo, o emprego e o investimento. O movimento seguinte será no sentido da redução da relação déficit-dívida/PIB. É nesse ponto que entra em jogo a articulação tesouro nacional/banco central, da qual os países do euro estão excluídos.

Normalmente, o tesouro emitiria dívida, e o banco central facilitaria a colocação desses títulos no mercado, como nos EUA. Acontece que o BCE é descolado dos tesouros europeus, um leviatã monetário que tem como mandato único evitar a inflação e pouco interesse em desenvolvimento. Com isso, os países, para aumentarem os gastos públicos recorrendo a endividamento, têm que ir diretamente ao mercado privado. O mercado comandará a taxa de juros e a disponibilidade de recursos de empréstimos, ditando soberanamente as crises entre os países.

Em tese, se reduzirem déficits e dívidas, os países do euro teriam melhores condições de empréstimos no mercado privado. Isso é uma falácia. É a especulação que comanda o processo, mantendo os governos como reféns. Diante dessa situação, um plano keynesiano para resgatar a Europa implicaria, antes de mais nada, mudar a forma de atuação do BCE. Os países endividados seriam autorizados a aumentar temporariamente seus déficits e sua dívidas, até encontrar o ponto do crescimento sustentável, enquanto o BCE, que acaba de disponibilizar para os bancos privados empréstimos de 1,3 trilhão de dólares, garantisse liquidez também aos governos, para que não fiquem como reféns do mercado em sua política de retomada.

Claro, isso só será possível com uma virada eleitoral nos principais países da área do euro, notadamente França, Alemanha, Itália e Espanha – apoiada de fora por um presidente Obama que venha reforçado por sua própria reeleição e pela eleição de uma maioria democrata no Congresso. Não é preciso dizer que a alternativa é caótica: a proposta de Merkel, em vez de mudar o BCE, é reforçar sua linha ortodoxa e mudar o sistema fiscal europeu no sentido de reduzir todos os tesouros nacionais à política de cortes nos gastos públicos. Em suma, fazer da Europa uma magna Grécia!

(*) Economista, professor de Economia Internacional da UEPB, presidente do Intersul e autor, junto com o matemático Francisco Antonio Doria, de “O universo neoliberal em desencanto”, recém-lançado pela Civilização Brasileira. Esta coluna sai também no site Rumos do Brasil e, às terças, no jornal carioca Monitor Mercantil.

 

Nota do Boletim:

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John Maynard Keynes (1883-1946) foi o economista britânico cujas idéias, colocadas em prática, em grande parte, pelo presidente Roosevelt, dos Estados Unidos, contribuíram para dar início à recuperação econômica após a grande crise de 1929. Sua obra fundamental intitula-se Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda. Escreveu, ainda, As conseqüências econômicas da paz e o Tratado sobre a moeda.

Apesar do sucesso obtido, Keynes passou a ser violentamente contestado pelos teóricos do Neoliberalismo, notadamente Friedrich Hayek e Milton Friedman.

 

 

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Pausa para o refresco. Uma plácida tarde de chuva no Caraça.

 

 

VALE A PENA LER

 

Sêneca, Demóstenes e a ética na política

Em “A Origem do Cristianismo”, Karl Kautsky se refere ao período de decadência do Império Romano, quando a atividade política teria cessado. Nessa época, segundo ele, era moda pronunciar discursos edificantes e fabricar máximas morais. O fim da política e o privilégio das prédicas morais levavam, inevitavelmente, a uma evidente contradição: muitos dos pregadores eram flagrados em desvios graves, morais, semelhantes àqueles que condenavam. O artigo é de Emiliano José.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19933&boletim_id=1165&componente_id=18638

 

Antiga colônia nazista no Brasil pode ser demolida.

Leia aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sede-de-antiga-colonia-nazista-sera-demolida-,858463,0.htm

 

O capitalismo esclerosado
Durante recente visita ao Brasil, David Harvey afirmou que os fluxos que mantém o capitalismo em funcionamento estão sendo bloqueados e isso pode levar o sistema para uma situação doentia. A questão da esclerose pode ser visualizada em vários aspectos da vida econômica do planeta. E também dos seus habitantes. Começando pela discussão recente de “tsunami de dólares” que os países ricos estão fazendo pelo mundo afora. O artigo é de Najar Tubino.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19929&boletim_id=1164&componente_id=18625

 

Enquanto isso, os Tuaregues…

Em parte o que está acontecendo no Mali é uma consequência da guerra da Líbia. Os tuaregues eram, em grande parte, aliados de Kadafi. Depois da queda do líder líbio, muitos decidiram deixar a Líbia, temendo represálias por parte do novo governo ou de outros segmentos da população. E levaram consigo suas armas.

http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5540&boletim_id=1163&componente_id=18618

 

leia no WWW.outraspalavras.net

Harvey: “o ultra-capitalismo encontrou um adversário”
Em coletânea sobre movimentos de 2011, geógrafo e urbanista sustenta: “nas praças do mundo, nossos corpos mostraram que uma era está acabando”. Por David Harvey

Para que o Brasil não seja imperialista
Multiplicam-se laços com a África. É possível pensar numa relação descolonizada — ao contrário das mantidas por potências tradicionais e “emergentes”?  Por Oliver Stuenkel

Os últimos anos antes do golpe militar
Alarmado com articulações conservadoras no Nordeste, Celso Furtado tenta uma contra-ofensiva, que não prospera. Arma-se grande aliança antidemocrática. Por Flavio Tavares de Lyra

Ambiente: quem é o “vilão”?
Nem sempre embalagens plásticas são as mais nocivas. Identificação (e substituições) exigem levar em conta cada aspecto envolvidos na produção, pós-consumo e impacto social. Por Thaís Herrero, no Página 22

Direita israelense tenta calar Roger Waters
Entidade entra com ação para impedir que um dos fundadores do Pink Floyd faça críticas à ocupação da Palestina, durante turnê no Brasil. Por Baby Siqueira Abrão, no Brasil de Fato

A mídia boicota os BRICS
Jornais preferem ressaltar diferenças entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — ao invés de informar sobre sua oposição comum à postura neocolonial da Europa e EUA. Por Mauro Santayana, em seu blog

 

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3. INFORMAÇÕES

Informo que a REA 131, abril de 2012, foi publicada. Leia nesta edição o DOSSIÊ Psicanálise e Contemporaneidade, organizado pelo Prof. Dr. SERGIO SKLAR (UERJ).

Agradecemos ao organizador do DOSSIÊ, aos Consultores Ad hoc,  à Comissão Editorial e a todos que contribuíram para a publicação de mais este número da REA.

Acesse http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/issue/current  para ler os artigos publicados.

 

A Revista eletrônica “Das Américas” – ISSN 2177-4455, convida a todos para a participação de seu 12º número.

 A proposta que se segue, no âmbito do Núcleo de Estudos das Américas (NUCLEAS/UERJ), é a formação de um boletim acadêmico na área de História e Ciências Humanas afins, que se constitui basicamente em periodicidade bimestral, com a quantidade de 4 (quatro) a 6 (seis) artigos acadêmicos, 1 (uma) resenha de obra literária, acadêmica ou cultural. Recomenda-se o envio de trabalhos de Iniciação Científica, Conclusão de Curso ou ainda de disciplinas do Mestrado, Doutorado ou outros cursos latu sensu.

 Visando a publicação neste número, os trabalhos devem ser enviados pararevistadasamericas@gmail.com até o dia 30/04/2012.

 Para maiores informações e normas, acessar http://www.nucleasuerj.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=70&Itemid=93

 

Repassando…

Quero convidá-los a conhecer o projeto Crescer com Arte.

Foi desenvolvido com a intenção de ser um espaço acolhedor aonde as mais diversas manifestações de arte serão possíveis.
Para saber os detalhes do Crescer com Arte é só entrar neste endereço: http://www.projetocrescercomarte.wordpress.com/

Se tiverem interesse entrem em contato comigo. E se conhecerem alguém que possa se interessar, ajude-me a divulgar!

Sejam benvindos!

Inês Péret

 

4. CAFÉ HISTÓRIA

 

MATÉRIA CAFÉ HISTÓRIA: LIVROS GRATUITOS NA INTERNET

Rede de periódicos SciELO Brasil lança o portal “SciELO Livros”, que promete democratizar o acesso a produções científicas desenvolvidas por brasileiros. Livros em formato digital já estão na internet para download. Gratuito e legal.

Leia esta matéria em: http://cafehistoria.ning.com/page/materia-do-cafe-historia-scielo-brasil-lanca-portal-de-livros-ele 

MURAL DO HISTORIADOR: BOLSAS DE PESQUISA E SOLDADOS BRASILEIROS

Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, seleciona bolsistas na área de ciências humanas para projeto de pesquisa. E Revista de História da Biblioteca Nacional convida leitores para participar do bate-papo sobre brasileiros que lutaram por outros países ao longo da história.

Saiba mais em: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: EUA COLOCAM CENSO DE 1940 NA INTERNET

Os Arquivos Nacionais dos Estados Unidos abriram um tesouro oculto para genealogistas e historiadores nesta segunda-feira, ao publicar na internet a íntegra do censo nacional de 1940, que foi disponibilizado online pela primeira vez.



Confira esses conteúdos: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

CONTEÚDO DA SEMANA: CRUZ VERMELHA NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

A Primeira Guerra Mundial se notabilizou por seus cartazes. Em destaque, um cartaz produzido pela Cruz Vermelha.

Veja o cartaz: http://cafehistoria.ning.com/photo/cartaz-da-cruz-vermelha-durante-a-primeira-guerra-mundial-1914-18

DOCUMENTO HISTÓRICO: “GAZETA DO POVO” (ES) DE 1889

Jornal capixaba de 1889 pode ser lido na íntegra no site do Arquivo Público do Espírito Santo

Confira o jornal: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

CINE HISTÓRIA: XINGÚ

Filme brasileiro chega aos cinemas brasileiros prometendo contar uma aventura histórica marcante

Leia sobre o filme, que traz Caio Blat no papel principal: http://www.thenextbigblog.com.br/

Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

 

INFORMATIVO DA ANPUH

Mais informações sobre os concursos, congressos e eventos podem ser conseguidas nos sites das universidades envolvidas.

 

A)     CONCURSOS

PROFESSOR ASSISTENTE DE PRÁTICA DE ENSINO DE HISTÓRIA
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/Rio)
Inscrições: de 13/04/2012 até 16/05/2012

PROFESSOR ADJUNTO DE HISTÓRIA DA ARTE
Instituição: Universidade Federal de Goiás (UFG)
Inscrições: até 30/04/2012

PROCESSO SELETIVO 2012 – MESTRADO ACADÊMICO
Instituição: Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
Inscrições: até 02/05/2012

PROFESSOR ASSISTENTE DE HISTÓRIA DA ÁFRICA E DIÁSPORA AFRICANA
Instituição: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/Rio)
Inscrições: até 04/05/2012

PROFESSOR ADJUNTO DE HISTÓRIA ANTIGA
Instituição: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Inscrições: até 13/05/2012

 

 

 

b) CONGRESSOS E EVENTOS

I COLÓQUIO CULTURA E EDUCAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA (novo)
Data: 24 a 27 de abril de 2012
Local: Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (FE/UFMG)

III REUNIÃO DO COMITÊ ACADÊMICO HISTÓRIA, REGIÕES E FRONTEIRAS DA ASSOCIAÇÃO DE UNIVERSIDADES DO GRUPO MONTEVIDEO (novo)
Data: 25 a 28 de abril de 2012
Local: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

IV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH PIAUÍ: EDUCAÇÃO HISTÓRICA E PATRIMÔNIO CULTURAL (novo)
Data: 02 a 04 de maio de 2012
Local: Universidade Federal do Piauí (UFPI)

SEMINÁRIO INTERNACIONAL HISTÓRIAS DO PÓS-ABOLIÇÃO NO MUNDO ATLÂNTICO
Data: 14 a 16 maio de 2012
Local: Universidade Federal Fluminense (UFF)

XXIX SEMANA DE HISTÓRIA DA UFJF (novo)
Data: 14 a 18 de maio de 2012
Local: Instituto de Ciências Humanas da UFJF (ICH/UFJF)

III JORNADAS INTERNACIONALES DE HISTORIA ANTIGUA – II JORNADAS INTERNACIONALES DE HISTORIA ANTIGUA (novo)
Data: 21 a 24 de maio de 2012
Local: Escuela de Historia, Facultad de Filosofía y Humanidades, Universidad Nacional de Córdoba, República Argentina (UNC)

2° COLÓQUIO DE HISTÓRIA ARTE: HISTÓRIA, ARTE E RELIGIOSIDADE NOS CAMINHOS DA EDUCAÇÃO (novo)
Data: 21 a 25 de maio de 2012
Local: Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

I ENCONTRO DE PESQUISA EM HISTÓRIA DA UFMG (novo)
Data: 23 a 25 de maio de 2012
Local: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

SIMPÓSIO CENTENÁRIO CONTESTADO: 1912 – 2012
Local/Data: Universidade Federal de Santa Catarina (29 de maio a 1° de junho de 2012), na Universidade Federal de Pelotas (29 a 31 de agosto de 2012) e em Chapecó, na Universidade Federal da Fronteira Sul (de 18 a 22 de outubro de 2012)

XIII SIMPÓSIO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HISTÓRIA DAS RELIGIÕES: RELIGIÃO, CARISMA E PODER: AS FORMAS DA VIDA RELIGIOSA NO BRASIL
Data: 29 de maio a 01 de junho de 2012
Local: Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

XVIII JORNADA DE ENSINO DE HISTÓRIA E EDUCAÇÃO ANPUH-RS (novo)
Data: 04 a 06 de junho de 2012
Local: Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)

VI SIMPÓSIO SOLCHA – SOCIEDAD LATINOAMERICANA Y CARIBEÑA DE HISTORIA AMBIENTAL
Data: 06 a 08 de junho de 2012
Local: Villa de Leyva, Colômbia

SEMINÁRIO AUTORITARISMO E CULTURA POLÍTICA (novo)
Data: 11 a 14 de junho de 2012
Local: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

VIII CONGRESO IBÉRICO DE ESTUDIOS AFRICANOS 2012
Data: 14 a 16 de junho de 2012
Local: Facultad de Derecho/ Universidad Autónoma de Madrid, España

X ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH GOIÁS – “DIDÁTICA DA HISTÓRIA: PESQUISAR, EXPLICAR, ENSINAR” (novo)
Data: 18 a 21 de junho de 2012
Local: Universidade Federal de Goiás (UFG)

INTERNATIONAL GRADUATE CONFERENCE ON PORTUGUESE MODERN AND CONTEMPORARY: PORTUGAL IN THE LAST TWO CENTURIES
Data: 21 a 23 de junho de 2012
Local: Instituto Universitário de Lisboa (CEHC-IUL)

VI SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA CULTURAL: ESCRITAS DA HISTÓRIA: VER – SENTIR – NARRAR
Data: 24 a 28 de junho de 2012
Local: Universidade Federal do Piaui (UFPI)

VIII ENCONTRO NACIONAL DE PERSPECTIVAS DO ENSINO DE HISTÓRIA E III ENCONTRO IBERO-AMERICANO DE ENSINO DE HISTÓRIA: ENSINO DE HISTÓRIA: MEMÓRIAS, SENSIBILIDADES E PRODUÇÃO DE SABERES
Data: 02 a 05 de julho de 2012
Local: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

VI COLÓQUIO LATINO-AMERICANO SOBRE RECUPERAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL (novo)
Data: 03 a 06 de julho de 2012
Local: Sesc Vila Mariana, Cinemateca e Belas Artes/SP

XI ENCONTRO NACIONAL DE HISTÓRIA ORAL: MEMÓRIA, DEMOCRACIA E JUSTIÇA
Data: 10 a 13 de julho de 2012
Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

IX CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: RITUAIS, ESPAÇOS E PATRIMÔNIOS ESCOLARES
Data: 12 a 15 de julho de 2012
Local: Universidade de Lisboa (UL)

15ª CONFERENCIA DO INTERNATIONAL PLANNING HISTORY SOCIETY
Data: 15 a 18 de julho de 2012
Local: Universidade de São Paulo (USP)

XIII ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH CEARÁ: COMUNIDADES E IDENTIDADES: HISTÓRIA(S) PARA QUE(M)? (novo)
Data: 15 a 20 de julho de 2012
Local: Faculdade INTA – Sobral

54 CONGRESSO INTERNACIONAL DE AMERICANISTAS: CONSTRUINDO DIÁLOGOS NAS AMÉRICAS
Data: 15 a 20 de julho de 2012
Local: Universidade de Viena

III CEPIAL: CONGRESSO DE CULTURA E EDUCAÇÃO PARA A INTEGRAÇÃO DA AMÉRICA LATINA (novo)
Data: 15 a 20 de julho de 2012
Local: Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

I SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA AVIAÇÃO BRASILEIRA – CAMPO DOS AFONSOS: UM SÉCULO DE HISTÓRIA DA AVIAÇÃO BRASILEIRA (1912-2012)
Data: 17 a 19 de julho de 2012
Local: Universidade da Força Aérea (UNIFA)

XV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH PARAÍBA – HITÓRIA E SOCIEDADE: SABERES EM DIÁLOGO
Data: 23 a 26 de julho de 2012
Local: Universidade Federal de Campina Grande – Campus de Cajazeiras (UFCG/Cajazeiras)

IX ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH PERNAMBUCO – HISTÓRIA E DIVERSIDADE: NOVAS NARRATIVAS, SUJEITOS E ESPAÇOS
Data: 23 a 27 de julho de 2012
Local: Universidade Federal de Pernambuco – Campus Caruaru (UFPE/Caruaru)

XI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH RIO GRANDE DO SUL: HISTÓRIA , MEMÓRIA E PATRIMÔNIO
Data: 23 a 27 de julho de 2012
Local: Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

XV ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH RIO DE JANEIRO – OFÍCIO DO HISTORIADOR: ENSINO E PESQUISA
Data: 23 a 27 de julho de 2012
Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FFP/UERJ)

XVIII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH MINAS GERAIS: DIMENSÕES DO PODER NA HISTÓRIA
Data: 24 a 27 de julho de 2012
Local: Universidade Federal de Ouro Preto – Campus Mariana (UFOP/Mariana)

CONGRÈS INTERNATIONAL DE RECHERCHE EN SCIENCES HUMAINES ET SOCIALES
Data: 24 a 28 de julho de 2012
Local: Hotel Concorde La Fayette, Paris, França

III ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH SERGIPE – HISTÓRIA, MEMÓRIA E COMEMORAÇÕES NA CASA DE SERGIPE: 100 ANOS DO IHGSE (novo)
Data: 06 a 10 de agosto de 2012
Local: Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe Rua Itabaianinha, 41, Centro. Aracaju/SE (IHGSE)

VI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH BAHIA: POVOS INDÍGENAS, AFRICANIDADES E DIVERSIDADE CULTURAL – PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO E ENSINO
Data: 13 a 16 de agosto de 2012
Local: Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC/Ilhéus)

II ENCONTRO INTERNACIONAL DE ESTUDOS AFRICANOS DA UFF
Data: 13 a 17 de agosto de 2012
Local: Universidade Federal Fluminense (UFF)

XIV ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH SANTA CATARINA: TEMPO, MEMÓRIAS E EXPECTATIVAS
Data: 19 a 22 de agosto de 2012
Local: Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

V ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH MARANHÃO – EM TEMPOS DE 400 ANOS: COMEMORAÇÕES, ESQUECIMENTOS E CONTRADIÇÕES
Data: 21 a 24 de agosto de 2012
Local: Universidade Estadual do Maranhão (UEMA-Centro)

VII SIMPÓSIO NACIONAL ESTADO E PODER: SOCIEDADE CIVIL (novo)
Data: 20 a 22 de agosto de 2012
Local: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

6º SEMINÁRIO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA – O GIRO-LINGUÍSTICO E A HISTORIOGRAFIA: BALANÇO E PERSPECTIVAS (novo)
Data: 20 a 23 de agosto de 2012
Local: Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto(ICHS/UFOP)

V ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA DA ANPUH RIO GRANDE DO NORTE – CONHECIMENTO HISTÓRICO E DIÁLOGOS SOCIAIS (novo)
Data: 21 a 24 de agosto de 2012
Local: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

III CONGRESSO INTERNACIONAL DO NÚCLEO DE ESTUDOS DAS AMÉRICAS
Data: 27 a 31 de agosto de 2012
Local: Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ – Maracanã)

XV SEMINÁRIO SOBRE A ECONOMIA MINEIRA: ECONOMIA, HISTÓRIA, DEMOGRAFIA E POLÍTICAS PÚBLICAS (novo)
Data: 28 de agosto a 01 de setembro de 2012
Local: Acesse o site

XXI ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH SÃO PAULO: TRABALHO, CULTURA E MEMÓRIA
Data: 03 a 06 de setembro de 2012
Local: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

13º SEMINÁRIO NACIONAL DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA TECNOLOGIA
Data: 03 e 06 de setembro de 2012
Local: Universidade de São Paulo (USP)

IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL: TRABALHO, ECONOMIA E POPULAÇÕES NO MUNDO IBERO-AMERICANO (SÉCULOS XV A XIX)
Data: 3 a 6 de setembro de 2012
Local: Universidade Federal do Pará (UFPA)

II CONGRESSO FLUMINENSE DE HISTÓRIA ECONÔMICA (novo)
Data: 10 a 13 de setembro de 2012
Local: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)

A ESQUERDA NA AMÉRICA LATINA: HISTÓRIA, PRESENTE, PERSPECTIVAS (novo)
Data: 11 a 13 de setembro de 2012
Local: Universidade de São Paulo – FFLCH (USP)

JORNADAS DE TRABALHO: EXILIOS POLÍTICOS DEL CONO SUR EN EL SIGLO XX: AGENDAS, PROBLEMAS Y PERSPECTIVAS CONCEPTUALES (novo)
Data: 26 a 28 de setembro de 2012
Local: Universidad Nacional de la Plata, Argentina (UNLP)

V CONGRESSO NACIONAL DE ARQUIVOLOGIA (novo)
Data: 01 a 05 de outubro de 2012
Local: Hotel Pestana, Salvador, BA

XI ENCONTRO DE HISTÓRIA DA ANPUH MATO GROSSO DO SUL: HISTÓRIA E DIVERSIDADE: ENSINO E PESQUISA NAS FRONTEIRAS
Data: 01 a 05 de outubro de 2012
Local: Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)

XXXI SIMPÓSIO INTERNACIONAL DA COMISSÃO DE INSTRUMENTOS CIENTÍFICOS (novo)
Data: 08 a 12 de outubro de 2012
Local: Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST – Rio de Janeiro/RJ)

IV CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE HISTÓRIA ECONÔMICA & VI ENCONTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA ECONÔMICA (novo)
Data: 09 a 11 de outubro de 2012
Local: Universidade de São Paulo (FFLCH e FEA)

XIII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA DA ANPUH PARANÁ – A ESCRITA DA HISTÓRIA (novo)
Data: 12 a 15 de outubro de 2012
Local: Universidade Estadual de Londrina (UEL)

VI JORNADAS DE HISTÓRIA DO TRABALHO e II SEMINÁRIO INTERNACIONAL MUNDOS DO TRABALHO (novo)
Data: 27 a 30 de novembro de 2012
Local: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (CPDOC/FGV)

 

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Sobre boletimdehistoriaricardo

Este Boletim é voltado, principal mas não exclusivamente, para historiadores e estudantes. Seu propósito é fornecer informações, notícias, links. Contribuições são bem-vindas. As opiniões exaradas em artigos assinados não são, necessariamente, as do editor. Mas o espaço é plural.
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