Numero 320

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Mudamos de endereço, nosso blog agora é aqui:

https://boletimdehistoriaricardo.wordpress.com/

Temos, hoje, dois artigos completos relevantes, mas eu gostaria de chamar sua atenção, caro(a) leitor(a) para as indicações de links, que não foi possível reproduzir na íntegra, por questões de espaço e de direitos autorais. Refiro-me à indicação do prof. Antônio Moura sobre o que ocorre na Fundação Renato Azeredo, que teria virado um antro de corrupção que deixa o tal do “mensalão” no chinelo. Outros dois links são para artigos do Observatório de Imprensa, com sérias indagações a respeito dos métodos e dos interesses que motivaram a denúncia feita pela Rede Globo, sobre a corrupção num hospital do Rio de Janeiro. É aquela história: não há isenção na imprensa, é preciso sempre tentar buscar as entrelinhas das matérias que são apresentadas como fantásticos furos de reportagem.  E isso se aplica a um terceiro link, mostrando nada mais nada menos que o tal do Carlinhos Cachoeira, não contente de fazer ligações para o agora ex-lider do DEM no Senado, também mantinha frutíferas conversas com o diretor da regional de Brasilia da revista Veja… Não deixem de ler!

 

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  1. ARTIGOS COMPLETOS

Um Robin Hood às avessas na Inglaterra

A intensa campanha midiática governamental que precedeu ao anúncio do orçamento não impediu que o ministro das Finanças, George Osborne, fosse acusado nesta quinta-feira de ser um Robin Hood às avessas – rouba dos pobres para dar aos ricos – em função do congelamento dos valores das aposentadorias, da criação do “imposto da vovó” e do corte de impostos para milionários e corporações. Nas próprias fileiras conservadoras surgiram críticas às medidas. O artigo é de Marcelo Justo.

Marcelo Justo – De Londres (WWW.cartamaior.com.br)

Londres – O anúncio do orçamento é um dos grandes momentos da política anual britânica e o desta quarta-feira não decepcionou tanto em sua apresentação na Câmara dos Comuns como em suas consequências posteriores. A intensa campanha midiática governamental que precedeu aos anúncios não impediu que o ministro das Finanças, George Osborne, fosse acusado nesta quinta de ser um Robin Hood às avessas – rouba dos pobres para dar aos ricos – em função do congelamento dos valores das aposentadorias e do corte de impostos para milionários e corporações. No twitter, o “granny rate” (imposto da vovó) se converteu no principal item de buscas algumas horas depois de Osborne revelar, dissimuladamente e de passagem, a eliminação de uma isenção tributária para a aposentadoria.
Em dinheiro vivo, um aposentado que recebe 12 mil libras anuais perderá a partir do próximo ano 259 libras, enquanto que um banqueiro que ganha mais de um milhão pagará 42.500 libras menos ao fisco.

Em uma entrevista televisiva na BBC, nesta quinta, Osborne indicou que a queda na renda dos aposentados seria compensada por um aumento na pensão estatal e pela decisão de elevar o piso tributário para 9.205 libras (toda renda abaixo destra cifra não paga impostos). “ Cerca de 23 milhões de pessoas serão beneficiadas com este novo imposto. Se se considera o orçamento em seu conjunto, estão melhor do que antes”, disse Osborne. Visivelmente aborrecido com as perguntas do apresentador do noticiário, o ministro não se conteve e acusou a BBC de desorientar os espectadores.

Na verdade, a maioria das manchetes da imprensa tinha a ver com o “granny rate”. O conservador Daily Telegraph destacou em sua manchete: “Granny Taz golpeia milhões”. Outro mais à direita ainda, o Daily Mail, afirmou: “Osborne mete a mão no bolso dos aposentados”. Esta percepção unânime foi corretamente antecipada pelo líder da oposição, o trabalhista Ed Milliband que, na quarta-feira, na Câmara dos Comuns, com os olhos cravados na bancada do governo, convidou os deputados da coalizão conservadora-liberal democrata que se beneficiaram com o corte para os mais ricos pra que levantassem a mão, convite que os parlamentares declinaram.

Nas próprias fileiras conservadoras houve críticas como a de Ian Birrel, ex-redator dos discursos do primeiro ministro David Cameron. “Ao ceder a uma aliança da direita e aos ricos, George Osborne cometem um erro básico que se converteu em um míssil contra os conservadores e sua tentativa de aparecer como um partido moderno”, disse ao matutino The Guardian.

A aposta de Osborne é a reativação da moribunda economia britânica que cresceu 0,8% no ano passado, com o famoso efeito “derrame” de riquezas para o resto da sociedade que seria produzido pelo corte de impostos para os ricos e as corporações. Esse conceito fez furor nos anos 80 e 90 para justificar esses cortes, mas ninguém mais o cita diretamente por que, com o passar do tempo, não se conseguiu demonstrar nenhum vínculo causal entre ambas as coisas, ainda que seja evidente o buraco fiscal que provoca graças à queda na arrecadação.

A decisão de elevar o piso do imposto de renda para 9.205 libras foi uma tentativa de evitar as manchetes negativas que identificaram os conservadores como o partido político dos ricos. Segundo o governo, dois milhões de pessoas de baixa renda deixarão de pagar impostos graças a essa medida. Na verdade, o benefício envolve cerca de 23 milhões de pessoas – incluindo milionários e classe média alta – mas não os que ganham menos de 8 mil libras anuais, ou seja, os mais pobres.

O custo desta medida é de quase 4 bilhões de libras e ela se choca com o eixo central do plano econômico, a virtual eliminação do déficit fiscal. Osborne indicou que seria preciso cortar outros 10 bilhões de libras do gasto social para que os impostos seguisse caindo sem desordenar as contas fiscais. Mas faltaram alguns parafusos para o ministro na típica engenharia matemática-midiática dos orçamentos modernos que buscam ressaltar benefícios, ao mesmo tempo em que ocultam cortes.

“A maioria dos políticos procura evitar um corte nas receitas dos idosos. A medida é mais difícil de explicar politicamente quando vem acompanhada de um corte de imposto para milionários”. Foi um erro gigantesco”, disse nesta quinta na capa do Guardian o comentarista político Johanatan Freedland.

Em termos políticos tudo dependerá de que, desta vez, milagrosamente, a alquimia do “desperdício” funcione. Os conservadores sonham com os anos dourados do thatcherismo na década de 80 quando os impostos para os ricos passaram de 95 pence por libra esterlina para 60 e daí para 40. Nesta época a privatização da maioria dos serviços públicos e a explosão do setor financeiro geraram uma ilusão de crescimento que terminou com a explosão de uma bolha imobiliária e recessão ao final da década.

Hoje, os cofres públicos estão vazios e a renda dos britânicos vem caindo sem parar. Se somarmos isso os 750 mil empregos públicos que desaparecerão até 2015 e um gasto público que cairá de 48% (2010%) para 39% (2016), não se vê como a economia poderá se recuperar e operar sua magia amnésica sobre o eleitorado.

Tradução: Katarina Peixoto

 

7% do PIB não são suficientes para a Educação, dizem especialistas

Em audiência pública na Câmara, professores e representantes da sociedade civil demonstram que são necessários mais de 10% do PIB para garantir uma educação com padrões mínimos de qualidade. Para professor da FGV, se o Brasil investir apenas 7% do PIB na área, só atingirá o nível das nações ricas entre 2040 e 2050. Com base nos estudos apresentados, deputados exigem debate com equipe econômica do governo antes de aprovarem o relatório sobre o Plano Nacional de Educação (PNE).

Najla Passos  (WWW.cartamaior.com.br)

Brasília – Os especialistas que participaram da audiência pública para discutir o Plano Nacional de Educação (PNE), nesta terça (20), na Câmara, foram unânimes ao afirmar que os 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, propostos pelo governo federal para serem investidos na área, até 2020, não serão suficientes para garantir um padrão mínimo de qualidade para o setor.

O relator do projeto, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), reafirmou que, a despeito da opinião contrária dos convidados, manterá no seu substitutivo o percentual de 7,5%, já renegociado com a equipe econômica do governo. “Esse percentual será suficiente para promover uma verdadeira revolução na área”, garantiu.

Os deputados presentes à audiência, entretanto, não se convenceram. E defenderam que o relatório só seja colocado em votação após uma reunião da Comissão Especial do PNE com a equipe econômica para discutir valores.

O coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, disse que um estudo realizado pelo coletivo, que reúne diversas entidades da sociedade civil organizada, concluiu que, para financiar as metas previstas no PNE, será necessário investir 10,4% do PIB. “Se a gente não investir 10%, não vamos conseguir expandir a educação como determina o PNE, com um padrão mínimo de qualidade”, afirmou.

Segundo ele, os estudos feitos pelo Ministério da Educação (MEC) que apontaram que o percentual de 7% é suficiente não obedecem aos critérios definidos pelo Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi).

Ele também defendeu a necessidade do aumento dos investimentos federais no setor. De acordo com Cara, durante os governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, a união se desresponsabilizou progressivamente pela área. “O esforço real do financiamento da educação se dá pelos estados e municípios”. Conforme o coordenador-geral, os estados arcam com 41% dos custos do setor, os municípios com 31% e a união, com 20%.

Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Nelson Amaral afirmou que a dificuldade em estabelecer os parâmetros de cálculos para o percentual do PIB a ser empregado na área decorrem da dificuldade brasileira em definir qual educação ela quer para o país. O professor mostrou estudos baseados no custo anual dos alunos matriculados em creches para demonstrar a discrepância entre os parâmetros possíveis de serem adotados.

Ele afirmou que o MEC estima em R$ 2,5 mil o custo/aluno creche por ano. Para a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o valor é de R$ 5,1 mil. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) aponta para R$ 6,4 mil. E o Custo Aluno Qualidade Inicial (CAQi) fixa em R$ 7,4 mil. “A questão é definir que qualidade queremos”, provocou.

O professor demonstrou também que as discrepâncias obedecem às desigualdades regionais brasileiras. No nordeste, esse custo é estimado em R$ 1,8 mil, enquanto na região sudeste fica em R$ 8,2 mil. O investimento dos países desenvolvidos é ainda maior. Nos Estados Unidos, chega a US$ 14 mil.

“Se o Brasil aplicar 10% do PIB em educação, atingirá um padrão de qualidade próximo ao da média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de US$ 6 mil por aluno, entre 2020 e 2030. Se investir apenas 7% do PIB, se irá se equipar aos países desenvolvidos somente entre 2040 e 2050”, apontou.

O professor da Universidade de São Paulo (USP), José Marcelino de Rezende Pinto, calculou em 10,7% o percentual do PIB necessário para financiar as metas educacionais previstas pelo PNE. Segundo ele, os 7% apontados pelo governo correspondem às necessidades apenas deste ano.

O representando do Conselho Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, criticou a falta de qualidade do ensino brasileiro. “Em vários estados, em cada 100 alunos que terminaram o ensino médio, apenas dois aprenderam o esperado em matemática”, exemplificou. Segundo ele, o Brasil possui um custo médio por aluno/ano de R$ 3,5 mil, enquanto os países da comunidade europeia investem R$ 9 mil. “É uma diferença enorme”.

O relator, Ângelo Vanhoni, defendeu seu substitutivo, afirmando que ele avança muito a partir das metas elaboradas inicialmente pelo governo, em 2010. No caso das crianças de 0 a 3 anos, matriculadas nas creches, o substitutivo fixa em R$ 3,5 mil o custo anual por aluno, enquanto o governo emprega, hoje, R$ 2,2 mil.

No final do debate, o deputado Arthur Bruno (PT-CE) propôs que a Comissão só vote seu relatório após debate com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Precisamos discutir os números com ele. Investir 7,5% do PIB em ensino é um avanço, mas precisamos ouvir o ministro”, afirmou.

O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) reforçou a proposta. “Não há restrição fiscal para destinar os 10% do PIB para a educação. O relatório simplesmente enquadra a proposta que veio do Palácio do Planalto”, disse.

O deputado Newton Lima (PT-SP), concordou com o debate, mas ressaltou que os deputados não devem criar um antagonismo entre a política de responsabilidade fiscal e a política educacional. “Se a gente fizer isso, vamos cometer um grave equívoco, porque temos um país em reconstrução, inclusive na sua macroeconomia”, justificou.

Para Lima, a atual situação de instabilidade econômica mundial não permite que o governo faça uma estimativa supervalorizada dos recursos disponíveis para investir mesmo em setores imprescindíveis, como educação ou saúde.

 

 

  1. VALE A PENA LER

 

Viagem pela Estrada de Ferro Central do Brasil

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Helena Guimarães Campos

Preço: R$ 30,00

Túlio é um adolescente que, junto com sua família, faz uma viagem para conhecer a antiga capital de Minas Gerais: Ouro Preto. Toda a família embarca no trenzinho turístico que liga Mariana a Ouro Preto e que antigamente pertencia à Estrada de Ferro Central do Brasil. Mas, durante a viagem, Túlio vive uma experiência incrível: ele volta no tempo, para o ano de 1950. Como Túlio descobriu que havia voltado ao passado? Como era a viagem de trem naquela época? O que ele achou da Ouro Preto da metade do século XX? Afi nal, por que Túlio fez essa viagem ao passado? Será que aquele era um trem fantasma? E será que ele conseguirá voltar ao século XXI? Embarque nessa viagem cheia de surpresas e aventuras e descubra como a ferrovia estava presente no dia a dia das pessoas.

 

 Ricardo:

Vi nascer a Fundação Renato Azeredo. Obra de Aluizio Pimenta. Surgiu para carrear recursos para a UEMG. Acontece que a Universidade foi sucateada e a fundação tomou outro rumo. O resultado está ai.

Cordialmente, Antônio Moura.

http://www.cartacapital.com.br/politica/parente-nao-e-serpente/

 

Nos Estados Unidos aprovam lei que proíbe alimentar sem-teto nas ruas

http://blogdomello.blogspot.com.br/2012/03/nos-estados-unidos-aprovam-lei-que.html

 

Direita xenófoba tenta lucrar com crimes de Mohamed Merah

O suposto autor dos assassinatos na França não só destruiu muitas vidas em sua trajetória mortal, mas também dinamitou o processo democrático que estava se desdobrando com vistas às eleições presidenciais de abril e maio próximos – primeiro e segundo turno. A sombra do terrorismo de corte islâmico e sua sequela de acusações, recuperação política do drama por parte da ultradireita xenófoba, acusações cruzadas e um sem fim de insensatezes irromperam na campanha junto à dor humana pelos crimes cometidos. O artigo é de Eduardo Febbro.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19812&boletim_id=1155&componente_id=18485

 

Dois artigos da mais alta relevância no Observatório da Imprensa comentam a denúncia que a Rede Globo fez das maracutaias no setor de saúde do Rio de Janeiro. Não resta dúvida que o país ficou surpreso: ninguém sabia que existia corrupção nas vendas de empresas para os governos!!! (obs. Esta ultima frase minha contém ironia…)

Leiam aqui:

DENÚNCIAS DO FANTÁSTICO

Um esquema sutil que poucos entenderam

Por Mário Augusto Jakobskind em 27/03/2012 na edição 687

http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed687_um_esquema_sutil_que_poucos_entenderam

DENÚNCIAS DO FANTÁSTICO

Duas ou três coisas sobre o método

Por Sylvia Debossan Moretzsohn em 27/03/2012 na edição 687

http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed687_duas_ou_tres_coisas_sobre_o_metodo

 

 

Mais de 200 ligações entre Carlinhos Cachoeira e redator-chefe da revista Veja

Veja que amava Carlinhos Cachoeira que amava Demóstenes Torres que amava Gilmar Mendes que amava Daniel Dantas…

http://blogdomello.blogspot.com.br/2012/03/mais-de-200-ligacoes-entre-carlinhos.html

(se não conseguir acessar o vídeo, clique no nome Luis Nassif para ler a matéria)

 

Leila Brito recomenda seu blog para aqueles que prezam a boa literatura, que curtem turismo e que pretendem visitar Paris. E outros locais também.

WWW.chacomletras.com.br

 

Leia no WWW.outraspalavras.net

França: a surpreendente maré vermelha

Como Jean-Luc Mélenchon, candidato da Frente de Esquerda, assumiu o terceiro posto nas pesquisas, depois de fazer o grande comício da campanha. Por Marilza de Melo Foucher, correspondente em Paris

Celso Furtado: Economia para a liberdade
No momento em que Brasil debate sua (des)industrialização, vale assistir à cinebiografia do grande pensador que sonhou além dos números. Por Arlindenor Pedro

América Latina na encruzilhada do desenvolvimento
Está cada vez mais claro que os governos da “nova esquerda” não oferecem alternativas reais de desenvolvimento e bem-estar. Os povos estão se organizando. É preciso escutá-los. Por Tadeu Breda

 

 

3 INFORMAÇÕES

Prezado Ricardo de Moura Faria,

Este ano é muito especial: em 2012 estamos comemorando 25 anos da Editora Contexto. Para dar início às celebrações, realizaremos uma série de debates comandados por profissionais renomados de cada área e sempre enfocando temas atuais e de grande interesse. Os eventos acontecerão sempre no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Confira abaixo as datas, os temas, os convidados já confirmados e participe. A entrada é gratuita.

25 ANOS – O CONTEXO JORNALÍSTICO
Data: 2 de abril – Horário: 19h

Milton Leite, Pollyana Ferrari, Milton Jung e Carlos Eduardo Lins da Silva

A revolução tecnológica atingiu em cheio o jornalismo, provocando enormes mudanças que estão sendo absorvidas aos poucos por jornalistas e empresas do ramo. O que mudou nos últimos 25 anos? Para onde vai o jornalismo?

Confira o convite-teaser

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25 ANOS – O CONTEXTO HISTÓRICO
Data: 4 de junho – Horário: 19h
Cicatrização das marcas da ditadura, consolidação da democracia, liberdade de expressão, governos civis escolhidos por voto e incorporação de parcela maior da população na cidadania são marcos da nossa história nos últimos 25 anos. Contudo, persiste uma distância enorme entre a sociedade civil e o estado. O que fazer para aproximá-los?

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25 ANOS – O CONTEXTO DA LÍNGUA PORTUGUESA
Data: 6 de agosto – Horário: 19h
Se é verdade que ainda não há uma língua brasileira, o último quarto de século tornou evidente a existência de uma língua portuguesa brasileira. Qual é a especificidade dessa língua? É possível (e desejável) aproximar o português falado da norma culta e vice-versa?

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25 ANOS – O CONTEXTO EDUCACIONAL
Data: 1º de outubro – Horário: 19h
A deterioração do ensino público limita o crescimento do país, dificulta a mobilidade social e a prática de uma cidadania integral. O que fazer para alterar este quadro?

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25 ANOS – AS CIDADES BRASILEIRAS EM CONTEXTO
Data: 3 de dezembro – Horário: 19h
Crescimento desordenado, aumento da violência, trânsito caótico: as cidades brasileiras, inclusive as médias, sofreram grandes alterações nos últimos 25 anos. Por outro lado, é nelas que vive a esmagadora maioria da população. O que pode ser feito pelas cidades e pelas pessoas?

 

A Revista Alpha, do Centro Universitário de Patos de Minas, está recebendo para o seu próximo número (edição n.º 13/2012) contribuições de docentes e pesquisadores, até o dia 31 de maio de 2012, conforme temática e ementa abaixo: 

 

Dossiê: Do Império à República: o séc. XIX no Brasil. Ementa: Avaliação histórica e quadro geral dos acontecimentos históricos no Brasil do séc. XIX: os fatos marcantes do período imperial e da primeira república. A família real no Brasil, o período regencial, o primeiro e o segundo reinado, e suas consequências. Circunstâncias históricas da república e seus desdobramentos políticos e filosóficos. A literatura brasileira do séc. XIX: escritores românticos e realistas. Questões linguísticas envolvendo o oitocentismo no Brasil. Problemas históricos da educação no Brasil do séc. XIX: práticas e pensamentos pedagógicos.

A Revista também aceita contribuições que não façam parte dos temas propostos pelo dossiê, mas que atendam às áreas de atuação do periódico.

 Revista Alpha. http://alpha.unipam.edu.br.Revista do Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM).

e-mail: revistaalpha@unipam.edu.br

 

 

4. CAFÉ HISTORIA

 

MATÉRIA CAFÉ HISTÓRIA: AS ÚLTIMAS VÍTIMAS DO MURO DE BERLIM

A poucos meses da queda do Muro de Berlim, em 1989, três jovens tentaram passar para o lado ocidental da Alemanha e pagaram com a vida. Três histórias inusitadas que ilustram os últimos momentos do maior símbolo da Guerra Fria.

Leia esta matéria em: http://cafehistoria.ning.com/page/as-ultimas-vitimas-do-muro-de-berlim

CAMPANHA DA ANPG: REAJUSTES DE BOLSAS DE PESQUISA NO BRASIL

Associação Nacional dos Pós-Graduados está promovendo uma campanha em prol do reajuste das bolsas de pesquisa de mestrado e doutorado no país, congeladas há quatro anos.

Leia sobre a campanha: http://cafehistoria.ning.com/page/campanha-para-reajuste-de-bolsas-de-pesquisa-no-pais

MURAL DO HISTORIADOR: ANPUH-MG: PARTIDOS POLÍTICOS DE DIREITA

A Coordenação do Simpósio Temático “História dos Partidos e Movimentos de Direita”, da Anpuh-MG, convida a todos contribuírem com artigos e inscrições na edição regional do maior evento de história do Brasil.

Leia sobre o Simpósio em: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

CAFÉ EXPRESSO NOTÍCIAS: INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO TITANIC

Belfast está pronta para inaugurar um museu totalmente dedicado ao Titanic.

Confira: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

DOCUMENTO HISTÓRICO: PROPAGANDA ANTIGA DO BIOTONICO FONTOURA

Biotonico Fontoura já prometia na década de 1940 fortalecer os nervos e despertar a fome!

Clique aqui ver a propaganda antiga do produto: http://cafehistoria.ning.com [Página Principal]

Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

 

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Sobre boletimdehistoriaricardo

Este Boletim é voltado, principal mas não exclusivamente, para historiadores e estudantes. Seu propósito é fornecer informações, notícias, links. Contribuições são bem-vindas. As opiniões exaradas em artigos assinados não são, necessariamente, as do editor. Mas o espaço é plural.
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